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Foto: John DiLiberto por Pixabay
Cadastro para profissionais de eventos e entretenimento termina dia 29

Será encerrado na próxima segunda-feira (dia 29/03) o prazo do Governo do Estado, por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo da Bahia (Bahiatursa), para o cadastro dos profissionais que atuam com eventos e entretenimento. A inciativa tem como objetivo traçar um panorama do perfil dos profissionais destes segmentos na Bahia, viabilizando a elaboração de políticas públicas para desenvolvimento do setor. O cadastro deve ser feito via formulário online disponível no site da Bahiatursa.

O cadastro abrange os trabalhadores da música, teatro, dança, corporativos, sonorização, iluminação, produção, técnica e segurança. Entre as áreas de atuação estão cerimonialistas, cinegrafistas, decoradores, figurinistas, fotógrafos, roadies, musicistas, produtores de bandas, recepcionista de eventos, e segurança de artista, além de técnicos de iluminação, montagem, sonorização e de cenotécnica.

Foto: Wendell Wagner / Caixa de Fósforo
Salvador irá sediar a primeira edição na América Latina de festival de cinema negro

O Salvador Black Film Festival (SBFF) movimentará em novembro de 2020 a capital baiana, cidade que abriga uma das maiores populações negras fora da África. O Festival foi lançado na noite da última quinta-feira (5), durante coquetel para imprensa e convidados, no Espaço Cultural da Barroquinha, no Templo Afro-Brasileiro. Será a primeira edição na América Latina do festival de cinema negro, que já é realizado com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e no Haiti.

O Salvador Black Film Festival é uma parceria da Giros Filmes e da Zaza Produções, com apoio institucional da Prefeitura de Salvador. O evento é filiado aos festivais de cinema negro canadenses da Fabienne Colas Foundation – que engloba o Montreal Intl Black Film Festival, o Toronto Black Film Festival e o Halifax Black Film Festival. Apelidada de “Rainha dos Festivais”, Fabienne tem mais de duas décadas de experiência em festivais.

“O objetivo de trazer o Black Film Festival para Salvador é desenvolver a indústria local, os artistas e diretores baianos. É importante mostrar filmes negros para empoderar a próxima geração de cineastas, para que possamos ter produções de Salvador ganhando o mundo”, ressaltou Fabienne Colas, cofundadora da SBFF, presidente e fundadora da Zaza Produções e da Fundação Fabienne Colas.

Em seu discurso, o cofundador do SBFF e CEO da Giros Filmes, Maurício Magalhães, destacou a experiência da produtora de 22 anos “fazendo filmes, que apelidamos de filmes de causa, como o ‘Menino 23 – Infâncias Perdidas no Brasil”. Ele avalia que a realização do Salvador Black Film Festival vai trazer novamente para a cidade o protagonismo que ela merece, como no tempo de Glauber Rocha, que chegou a ser premiado com um Cannes. “A gente, para ser melhor ainda, precisa intercambiar, se unir, apesar das diferenças, em prol de coisas maiores”, concluiu Maurício.

Acompanhado do secretário de Cultura e Turismo de Salvador, Claudio Tinoco, o prefeito, ACM Neto, destacou a importância da realização do Salvador Black Film Festival para a cultura e economia da cidade. “Estamos enxergando o potencial criativo que todos os elementos da cultura africana tem para nossa cidade. Faz parte de uma estratégica econômica de transformar Salvador num destino de turístico étnico, de dá condições para o fomento da produção audiovisual local, além de disseminar a economia criativa, que é muito próprio da nossa cidade”.

A Revolta dos Malês – Após o lançamento do Salvador Black Filme Festival, o público foi convidado para a avant première de “A Revolta dos Malês”, longa de ficção dirigido por Jeferson De e produzido por Belisario Franca. Estiveram presentes na pré-estreia os atores Rodrigo Santos e Shirley Cruz, protagonista do longa. A Revolta dos Malês é um longa ficção, que mescla cinema e teatro, baseado em um episódio da história brasileira ainda pouco conhecido: a revolta de escravos muçulmanos ocorrida em Salvador, no ano de 1835. O longa-metragem vai revisitar os principais acontecimentos e personagens da revolta através do ponto de vista de Guilhermina, uma escrava de origem muçulmana que sonha em dar à Teresa, sua filha adolescente, a oportunidade de viver em liberdade.

Anunciados os indicados ao Prêmio Braskem de Teatro em 2018
Anunciados os indicados ao Prêmio Braskem de Teatro em 2018

A Comissão Julgadora da 26ª edição do Prêmio Braskem de Teatro anunciou, nesta segunda-feira (dia 14/01), a lista dos espetáculos teatrais indicados em 2018. A mais tradicional premiação das artes cênicas destaca anualmente as melhores produções do teatro baiano em oito categorias: Espetáculo Adulto, Espetáculo Infantojuvenil, Direção, Ator, Atriz, Texto, Revelação e Categoria Especial. De 11 de abril a 23 de dezembro, foram avaliadas 61 peças teatrais baianas profissionais e inéditas, que estiveram em cartaz em Salvador neste período. Este ano, em parceria com o Festival de Teatro do Interior da Bahia, cinco espetáculos concorrerão na categoria Espetáculo do Interior.

Os espetáculos vencedores da 26ª edição do Prêmio Braskem de Teatro serão conhecidos durante cerimônia de premiação realizada na sala principal do Teatro Castro Alves. Além do troféu, os vencedores das categorias Espetáculo AdultoEspetáculo Infantojuvenil e Espetáculo do Interior receberão um prêmio no valor bruto de R$ 30 mil cada, enquanto os demais vencedores serão contemplados com um prêmio no valor bruto de R$ 5 mil cada. O Prêmio Braskem de Teatro é uma realização da Caderno 2 Produções e patrocinado pela Braskem e Governo do Estado, através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.

Este ano, integram a comissão que irá eleger os destaques de 2018: Adelice Souza, diretora teatral, dramaturga e escritora; Fernanda Tourinho, produtora cultural; Fernando Marinho, músico, ator, diretor, artista visual e presidente do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado da Bahia (SATED Bahia); Paulo Henrique Alcântara, dramaturgo, diretor teatral e professor doutor da Escola de Teatro da UFBA; e Zuarte Júnior, artista plástico e cenógrafo.

CONFIRA OS INDICADOS AO 26º PRÊMIO BRASKEM DE TEATRO:

ESPETÁCULO ADULTO

§  As Tentações de Padre Cícero

§  Em Família

§  Oxum

§  Por que Hécuba?

§  Teatro La Independência

ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL

§  Gramelôs e Garatujas

§  O Barão Nas Árvores

§  O Mundo Das Minhas Palavras

§  Ponta D’areia, Pedaço Do Céu

§  Quem Vai é O Coelho

ESPETÁCULO DO INTERIOR DA BAHIA

§  Encarceradas (Feira de Santana)

§  Enquanto os Dias São Mortos (Paulo Afonso)

§  Mulheres Malês – Nas Margens do Rio (Lauro de Freitas)

§  O Grande Yorick (Ilhéus)

§  O Teatro é de Cordel (Jequié)

TEXTO

§  Gil Vicente Tavares, por As Tentações de Padre Cícero

§  Paulo Atto, por Teatro La Independência

§  Vinicius Bustani, por Criança Viada Ou De Como Me Disseram Que Eu Era Gay

§  Fernando Santana, por Frida Kahlo

§  Wanderley Meira, por O Mundo Das Minhas Palavras

DIREÇÃO

§  Diego Pinheiro, por Quasilhas

§  Gil Vicente Tavares, por As Tentações de Padre Cícero

§  Leandro Santolli, por Consertam-se Imóveis

§  Luis Alonso, por Teatro La Independência

§  Marcio Meirelles, por Por que Hécuba?

ATOR

§  Genário Neto, por Memórias do Mar Aberto – Medéia Conta Sua HistóriaTitus – Uma Reverberação da Obra de Shakespeare e Madame Satã

§  João Guisande, por Por Esse Amor e Retratos Imorais

§  Lúcio Tranchesi, por As Tentações de Padre Cícero

§  Marcos Lopes, por O Barão Nas Árvores

§  Rui Manthur, por Enfermaria Nº 6

ATRIZ

§  Chica Carelli, por Por que Hécuba?

§  Evelin Buchegger, por Teatro La Independência

§  Kátia Leal, por As Centenárias e Consertam-se Imóveis

§  Marcia Lima, por Medéia Negra

§  Vivianne Laerte, por Memórias do Mar Aberto – Medéia Conta Sua História

REVELAÇÃO

§  Bárbara Lais, pela Atuação em Jackie – A do Mal ou Nem Tudo é O Que Parece

§  Natalie Souza, pela Atuação em A Rede – Memórias Compartilhadas

§  Sophia Colleti, pela Direção de Enfermaria Nº 6

§  Vagner Jesus, pela Atuação em V de Viado

CATEGORIA ESPECIAL

§   Ubiratan Marques e André Oliveira, pela Direção Musical de Quasilhas

§  Andrea Rabelo e Joice Aglae, pelo Figurino de Confabulações

§  Luciano Bahia, pelo Conjunto das Direções Musicais do Ano de 2018

§  Thiago Romero, pela Direção de Arte de Oxum

§  Mônica Nascimento, pela Direção de Movimento nos espetáculos O Último CapítuloO Mundo das Minhas PalavrasConsertam-se Imóveis e Enfermaria Nº 6

Johnny Hooker abre turnê "Maldito" na Caixa Cultural Salvador
Johnny Hooker abre turnê “Maldito” na Caixa Cultural Salvador

Com ingressos para as quatro apresentações esgotados em poucas horas, o cantor pernambucano Johnny Hooker abriu a turnê Maldito!, na Caixa Cultural Salvador, na noite dessa quinta-feira (dia 10). O músico levou a plateia ao delírio ao interpretar clássicos da música brasileira que o influenciaram artisticamente e seus grandes sucessos dos discos Coração e Eu Vou Fazer uma Macumba pra te Amarrar, Maldito!. A turnê segue nesta sexta-feira e sábado, às 20h, e domingo, às 19h. O projeto foi especialmente desenvolvido para os espaços culturais da Caixa e tem um formato mais intimista.

No palco, o cantor é acompanhado pelos músicos Joana Cid (Baixo), Artur Dantas (teclado e violão), Tiago Duarte (bateria e percussão) e Felipe Rodrigues (guitarra). O repertório inclui clássicos de compositores considerados malditos e que foram censurados pela Ditadura Militar e que influenciaram o artista. Entre as canções, que Hooker interpreta no show estão: Lágrimas Negras, de Jorge Mautner; Movimento dos barcos, de Jards Macalé; Botar Meu Bloco na Rua, de Sérgio Sampaio; Moro na Filosofia; de Monsueto; e Esse Cara, de Caetano Veloso.

Entre uma música e outra, Johhny Hooker revela passagens de sua infância e juventude que retratam a influência da mãe em seu DNA musical. O repertório, ainda, inclui canções de Madonna e David Bowie, além músicas autorais, como a faixa homônima do show e Touro, ambas do álbum Coração, lançado em 2017 com grandes elogios da crítica especializada. A canção Volta, do disco de estreia, Eu Vou Fazer uma Macumba pra te Amarrar, Maldito! e Flutua são outras faixas presentes no setlist do show.

Johnny Hooker tem arrastado uma legião de fãs de norte a sul do Brasil, e já contabiliza mais de 450 mil espectadores em mais de 130 shows realizados entre 2015 e 2018. O cantor e compositor pernambucano foi vencedor do 26º Prêmio da Música Brasileira de Melhor Cantor, em 2015. Dono de um repertório arrebatador e original, as músicas de Hooker ficaram conhecidas do grande público por fazer parte diversas trilhas sonoras de filmes e novelas.

Serviço:

O quê: Johnny Hooker no show Maldito!

Onde: Caixa Cultural Salvador (Rua Carlos Gomes, 57, Centro)

Quando: dias 11, 12 e 13 de janeiro (sexta e sábado, às 20h e domingo, às 19h)

Classificação indicativa: 12 anos

Ingressos: R$ 30 (Inteira) e R$ 15 (Meia) – ESGOTADOS

Mais informações: (71) 3421-4200

Johnny Hooker volta a Salvador com show inédito na Caixa Cultural Salvador

Johnny Hooker volta a capital baiana para apresentar pela primeira vez um show em formato acústico. As apresentações acontecem entre os dias 10 e 13 de janeiro (quinta a sábado, às 20h e domingo, às 19h), na Caixa Cultural Salvador, com ingressos a preços populares (R$ 30 e R$ 15 a meia entrada). A venda dos ingressos para as quatro apresentações começa no dia 10/01 (quinta-feira), a partir das 9h, na bilheteria da própria Caixa Cultural.

No projeto intitulado Maldito!, desenvolvido especialmente para os espaços culturais da Caixa em cinco capitais brasileiras, Johnny interpretará clássicos da música brasileira que influenciaram os discos Coração e Eu Vou Fazer uma Macumba pra te Amarrar, Maldito!. Este último, álbum que revelou Johnny Hooker no mercado musical brasileiro foi eleito pela revista Rolling Stone como um dos melhores discos do ano de 2015.

O repertório, ainda, inclui canções de Madonna e David Bowie. No palco, o cantor estará acompanhado dos músicos Joana Cid (Baixo), Artur Danta (teclado), Tiago Duarte (bateria e percussão) e Felipe Rodrigues (guitarra). Em Maldito!, Johnny revisa as influências musicais que construíram o DNA de sua cultura musical. “O show é uma retrospectiva dos artistas, músicas malditas e censuradas que influenciaram a minha vida, como canções de Sérgio Sampaio e Jards Macalé”, explica o cantor pernambucano.

O repertório inclui clássicos como: Lágrimas Negras, de Jorge Mautner; Movimento dos barcos, de Jards Macalé; Botar Meu Bloco na Rua, de Sérgio Sampaio; e Moro na Filosofia e Esse Cara, ambos de Caetano Veloso. O cantor baiano também aparece num dos poucos momentos em que Johnny interpreta músicas autorais, como a faixa homônima do show e Touro, ambas do álbum Coração, lançado em 2017 com grandes elogios da crítica especializada. A canção Volta, do disco de estreia, Eu Vou Fazer uma Macumba pra te Amarrar, Maldito!, é outra faixa presente no setlist do show.

Johnny Hooker tem arrastado uma legião de fãs de norte a sul do Brasil, e já contabiliza mais de 450 mil espectadores em mais de 130 shows realizados entre 2015 e 2018. O cantor e compositor pernambucano foi vencedor do 26º Prêmio da Música Brasileira de Melhor Cantor, em 2015. Dono de um repertório arrebatador e original, as músicas de Hooker ficaram conhecidas do grande público por fazer parte diversas trilhas sonoras de filmes e novelas. “Tenho um carinho enorme por Salvador e um público fiel que acompanha minha carreira e que sempre me pede para vir, inclusive para o Carnaval. Seria a realização de um sonho. Quem sabe em 2019 não realize”, deixa escapar Hooker.

SERVIÇO:

O quê: Johnny Hooker – “Maldito!

Onde: Caixa Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro

Quando: dias 10, 11, 12 e 13 de janeiro de 2019 (Quinta a sábado, às 20h e domingo, às 19h)

Ingressos: R$ 30 (Inteira) e R$ 15 (Meia)

Início das vendas para as 4 apresentações: dia 10/01 (quinta-feira), a partir das 9h.

Classificação indicativa: 12 anos

Mais informações: (71) 3421-4200

Arte aborígene australiana tem exposição inédita na Caixa Cultural Salvador

Caixa Cultural Salvador apresenta, de 16 de agosto a 30 de setembro de 2018, a exposição O Tempo Dos Sonhos: Arte Aborígene Contemporânea da Austrália. A exposição, que já passou por diversas cidades do país, reúne mais de 40 obras de artistas aborígenes, selecionadas por importância histórica e consagradas internacionalmente.

As peças contam com linguagem moderna e contemporânea e técnicas diversas, tais como pinturas, esculturas, litografia e bark paintings, pintura sobre entrecasca de eucalipto, típica do norte tropical da Austrália, que constitui uma das expressões artísticas mais antigas do mundo, com mais de 40 mil anos. Compõem o acervo obras da Coo-ee Art Gallery, a galeria mais antiga e respeitada em arte aborígene da Oceania. Os trabalhos artísticos representam um período de 45 anos, desde o despertar da comercialização da arte aborígene contemporânea na década de 1970 até o presente.

“Essa coleção é um presente à população brasileira. Em um acervo de mais de três mil obras, selecionamos aquelas mais significativas. Muitas já foram publicadas em inúmeros catálogos de arte, citadas em teses de doutorado e exibidas em várias instituições de prestígio na Austrália, Europa e América do Norte”, conta o brasileiro Clay D´Paula, que assina a curadoria ao lado dos australianos Adrian Newstead e Djon Mundine.

Além de circular pela América Latina e pelo Brasil pela primeira vez, a exposição também traz o primeiro catálogo publicado em português sobre a arte aborígene, segmento que movimenta cerca de 200 milhões de dólares por ano na Austrália. Estima-se que hoje mais de sete mil artistas indígenas vivam de sua prática artística no país.

O Tempo dos Sonhos  Os artistas aborígenes pintam os seus sonhos (mas não a ideia Junguiana de sonhar e sua associação com o inconsciente). Para eles, pintar o seu “sonhar” (dreaming, em inglês) implica recontar histórias que são atemporais a fim de mantê-las vivas e repassá-las a futuras gerações. Essas pinturas contêm informações vitais, como, por exemplo, onde encontrar “água viva” permanente. Manter o “sonhar” vivo é a motivação fundamental para a prática dos artistas indígenas da Austrália.

Bark paintings – Destaques dessa exposição, inicialmente, as bark paintings tinham uma pobreza estética muito grande porque não foram criadas para durar, mas sim para cerimônias ou decoração. Hoje, elas trazem uma execução primorosa, sendo consideradas como arte, não artefato, e estão em museus renomados, além de integrarem coleções particulares em todo o mundo.

Artistas participantes – A mostra reúne os artistas aborígenes de maior projeção internacional, com uma paleta refinada e luminosa, como a do celebrado artista Rover Thomas (1926-1998), com suas paisagens de cor ocre que mudaram, com sua visão, a percepção paisagística australiana. A estética desenvolvida pelos artistas lembra o minimalismo e o expressionismo. No entanto, as obras criadas por eles trazem uma linguagem visual única, lembrando que os artistas indígenas da Austrália, na sua grande maioria, não tiveram contato algum com a arte europeia.

A grande estrela da exposição é Emily Kame Kngwarray (1910-1996). Mulher, negra, que começou a pintar aos 79 anos. Considerada pela crítica uma das maiores pintoras expressionistas do século XX e, mesmo sem nunca ter tido acesso a qualquer expressão da arte ocidental, já foi comparada a Pollock e Monet. De sua autoria, a exposição traz a pintura “Sem título, 1992”. Emily tornou-se a artista mais querida da Austrália representando o país na Bienal de Veneza e outros eventos de arte internacional.

Serviço:
O quê: O Tempo dos Sonhos: Arte Aborígene Contemporânea da Austrália
Onde: Caixa Cultural Salvador (Rua Carlos Gomes, 57, Centro)
Abertura: 15 de agosto, às 19h
Quando:
 16 de agosto a 30 de setembro de 2018, terça-feira a domingo, das 9h às 18h
Classificação indicativa: Livre
Informações: (71) 3421-4200
Quanto: Entrada gratuita
Estacionamento gratuito ao lado, no dia da abertura, mediante lotação de espaço.

Festa Sollares leva edição sunset para o Trapiche Barnabé

A festa Sollares está de volta a Salvador, desta vez com uma edição sunset trazendo DJs da cena nacional e internacional de música eletrônica. A festa acontece neste sábado (dia 7), a partir das 14h, no Trapiche Barnabé, no Comércio. Os ingressos estão à venda no site www.sympla.com.br/concept.

Nesta edição, estão confirmados os DJs Frontline, Rodrigo Bouzon, Nicolau Marinho, Breaking Beattz, Selva e Plastic Robots, que se revezam antes e depois da transmissão do jogo entre Rússia e Croácia, na Copa do Mundo.

Serviço:

O quê: Festa Sollares Sunset

Quando: 7 de julho (sábado), 14h

Atrações: DJs Frontline, Rodrigo Bouzon, Nicolau Marinho, Breaking Beattz, Selva e Plastic Robots

Ingressos: R$ 80 (3º lote)

Vendas: www.sympla.com.br/concept