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Banda Afrocidade promove "Afrobaile" no bairro do Santo Antônio, em Salvador
Banda Afrocidade promove “Afrobaile” no bairro do Santo Antônio, em Salvador

A banda Afrocidade promove seu Afrobaile pela primeira vez no bairro do Santo Antônio, em Salvador. A festa, idealizada e produzida pelo grupo há oito anos em Camaçari, acontece nesta sexta-feira (dia 3), a partir das 20h, no Pátio da Igreja de Santo Antônio Além do Carmo, no Centro Histórico da capital baiana. A banda traz para o palco o que há de mais novo nas expressões musicais afrodiaspóricas, embalado pela força e musicalidade dos ritmos baianos.

Formado em 2011, na cidade de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, a Afrocidade é composta pelo vocalista MCDO (Macedo), pelo baterista e diretor musical Eric Mazzone, pelos percussionistas Rafael Lima e Fernanda Maia, pelo baixista Marley Lima, pelo tecladista Sulivan Nunes e pelo guitarrista Fal Silva.

O Afrocidade faz um som com influências múltiplas, que vão do pagode ao afrobeat, passando pelo arrocha, reggae, dub e ragga, tendo sempre os ritmos percussivos como a base de sua identidade. Com forte discurso politizado, as letras trazem questões cotidianas da vida nas grandes cidades e levantam reflexões sobre desigualdade e consciência racial, apontando para a importância dos valores étnicos baianos e brasileiros.

Criado como uma plataforma de formação de público e divulgação do trabalho do Afrocidade em Camaçari, o Afrobaile transformou-se em uma potente rede musical afro diaspórica, realizando edições também em Salvador e recebendo artistas como Xênia França, Luedji Luna, KL Jay, Lurdez da Luz e Rapadura. Na ocasião, a banda começa a apresentar as músicas que estão presentes no disco Vivão, lançado em fevereiro de 2022.

Serviços:

O quê: Afrobaile com Afrocidade e convidados 

Quando: sexta-feira, dia 3 de fevereiro, às 20h30

Onde: Pátio da Igreja de Santo Antônio Além do Carmo (Largo de Santo Antônio, Salvador-BA)

Quanto: os ingressos custam a partir de R$ 60 e estão à venda no Sympla

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A banda Afrocidade promove seu Afrobaile pela primeira vez no bairro do Santo Antônio, em Salvador.
Banda Mil Milhas abre a segunda temporada do projeto "Estação Rubi", em Salvador
Banda Mil Milhas abre a segunda temporada do projeto “Estação Rubi”, em Salvador

A banda Mil Milhas, uma das mais tradicionais de pop rock baiano, abre a segunda temporada do projeto Estação Rubi, em Salvador. Batizada de Verão Dançante – dance bem, dance mal, dance sem parar, a temporada começa nesta quinta-feira (dia 19), das 20h30 às 22h45, no Wish Hotel da Bahia, dentro da série Quintas a Mil, com apresentação da Mil Milhas.

Em atividade desde 1995, o grupo formado por Fernando Barreto (voz, vocais e guitarra), Humberto Batalha (contrabaixo e vocais), Nino Moura (violão e guitarra), Alejandro Fuentealba (teclado, guitarra e vocais), Raul Carlos Gomes na bateria e Áureo Jr (voz, vocais e meia lua) volta a se apresentar no dia 26 de janeiro, no mesmo horário e local.

No repertório da Mil Milhas, composições autorais, mas principalmente os grandes sucessos que marcaram as gerações dos anos 1980 e 1990. O público vai dançar ao som de bandas e artistas renomados, como Capital, Inicial, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Raimundos, Lulu Santos, Raul Seixas e muitos outros, assim como consagrados grupos ícones internacionais, como Beatles, Pink Floyd, The Police, Oasis, Coldplay e Bob Dylan.

“Serão dois shows incríveis, muito dançantes e com super hits. Músicas que todos adoramos cantar e onde homenagearemos as grandes bandas que embalaram nossas vidas” diz Áureo Júnior, vocalista da Mil Milhas. O guitarrista Fernando Barreto, que também participa dos vocais, informa que “na verdade, é mais uma festa do que um show. Vai ter uma pista para dançar com o melhor do pop rock de todos os tempos”.

Serviço:

O quê: show da banda Mil Milhas abre a segunda temporada do projeto Estação Rubi, dentro da série Quintas a Mil

Quando: quintas-feiras (dias 19 e 26 de janeiro), das 20h30 às 22h45

Onde: Wish Hotel da Bahia (Av. Sete de Setembro, 1.537, Dois de Julho, Salvador – BA)

Quanto: couvert artístico custa R$ 100 e está à venda pelo WhatsApp: 71 9922-4545 e 9692-4546

Jussara Silveira apresenta o show “Voz do Coração” em Salvador - Foto: Alexandre Moreira
Jussara Silveira apresenta o show “A Voz do Coração” em Salvador

A cantora Jussara Silveira apresenta o show A Voz do Coração, nesta sexta-feira (dia 20), às 21h, na sala principal do Teatro Castro Alves, em Salvador. A live que era para ser apenas uma experiência virtual em meio a pandemia, virou o show presencial que está percorrendo o Brasil. Os ingressos para o show na capital baiana custam entre R$60 e R$160 e estão à venda na bilheteria do Teatro Castro Alves e no Sympla.

Ao lado do pianista Danilo Andrade e do percussionista Marcelo Costa, responsáveis pelos arranjos, Jussara Silveira traz no show clássicos do seu repertório e lançamentos como o single Três, número representativo na carreira da cantora mineira. “Quando escolhi essa música pensei no trabalho que construí com Marcelo e Sacha, que é um trabalho de três. Era a cara da gente. E a letra traz essa liberdade de amar e se relacionar com o mundo. Quero falar sobre o que vem, o que a gente pode e deve fazer para seguir cantando”, conta Jussara.

O repertório do show mostra a diversidade de “sotaques”, as aproximações melódicas e rítmicas, as abordagens temáticas, enfim, as semelhanças e dessemelhanças entre os universos artístico-culturais da língua portuguesa. De Flor Bailarina, vem o gingado de Canta meu Semba, de Paulo Flores, e Lemba, de José Manoel Canhanga, expoentes da música angolana.

Do álbum Pedras que Rolam, Objetos Luminosos, com parcerias de Beto Guedes e Ronaldo Bastos, tem Choveu. Também é de Bastos, em parceria com Celso Fonseca, a canção-título, A Voz do Coração. O espetáculo trará músicas que o público pede, como Dama do Cassino e O Nome da Cidade, de Caetano Veloso, e Dê um Rolê, de Moraes Moreira e Galvão.

Não faltarão Zé Miguel Wisnik, Tenho Dó das Estrelas, sobre poema de Fernando Pessoa; Vinicius Cantuária e Chico Buarque, com Ludo Real; Zeca Baleiro, com Babylon; além dos baianos que sempre marcaram a obra da cantora nascida em Minas Gerais e criada em Salvador. Roberto Mendes e J. Velloso, na linda Doce Esperança, Cézar Mendes (irmão de Roberto) e José Carlos Capinan, em Ifá.

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Serviço:

O quê: Jussara Silveira apresenta o show A Voz do Coração em Salvador

Quando: sexta-feira (dia 20/01), às 21h.

Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves (Praça Dois de Julho, s/n, Campo Grande, Salvador – BA)

Quanto: ingressos custam R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia-entrada) nas filas A a W), R$ 140 (inteira) e R$ 70 (meia-entrada) nas filas X a Z6) e R$120 (inteira) e R$ 60 (meia-entrada) nas filas Z7 a Z11 e estão à venda na bilheteria do TCA e no Sympla.

Classificação: 16 anos

Informação: (71) 98441-8262

Ilê Aiyê faz intercâmbio com comunidades quilombolas do Rio e de São Paulo
Ilê Aiyê faz intercâmbio com comunidades quilombolas do Rio e de São Paulo

Integrantes do Ilê Aiyê, primeiro bloco afro de Salvador, realizaram um intercâmbio de conhecimentos em comunidades tradicionais quilombolas nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. A troca de experiências com povos tradicionais de outros estados aconteceu após os músicos circularem por várias cidades das regiões Nordeste e Sudeste com o show Que Bloco É Esse?, contemplados pela Chamada Petrobras Cultural Música em Movimento e encerrando o mês da Consciência Negra.

Os quilombos da Fazenda, em Ubatuba-SP, e de Santa Rita do Bracuí, em Angra dos Reis-RJ, participam do Projeto Povos, realizado pela Petrobras. Os moradores remanescentes dessas comunidades quilombolas recepcionaram nos dias 26 e 27 de novembro os músicos e bailarinos do bloco afro Ilê Aiyê fundado há 47 anos, para um momento de partilha, em que depoimentos e saberes ancestrais puderam ser trocados com o objetivo de fortalecimento da luta antirracista e da difusão da cultura afro-brasileira.

Neste intercâmbio de culturas, os integrantes do Ilê Aiyê ministraram oficinas de percussão e de dança afro típicas da Bahia, criadas e executadas pelo grupo em suas apresentações, além de compartilhar com os presentes o histórico de lutas do grupo. Em retribuição os grupos locais de Jongo apresentaram para os integrantes do Ilê Aiyê vários aspectos dessa expressão cultural tradicional da região sudeste do país, vinculada aos povos de origem bantu e que tem por essência conectar os participantes através do uso de enigmas cantados, dança de umbigada e louvação aos antepassados, mesclando diversão e resistência em um só momento.

Para os músicos e bailarinos do Ilê Aiyê, a vivência de outras expressões culturais de povos tradicionais ajuda o grupo a desenvolver e divulgar suas atividades para também subsidiar novas percepções de fortalecimento da cultura afro em todo o Brasil.

Ilê Aiyê faz intercâmbio com comunidades quilombolas do Rio e de São Paulo
Músicos e bailarinos do Ilê Aiyê faziram intercâmbio com comunidades quilombolas do Rio e de São Paulo – Foto: Divulgação
Cantor Erasmo Carlos morre aos 81 anos
Cantor Erasmo Carlos morre aos 81 anos

O cantor e compositor Erasmo Carlos morreu aos 81 anos, nesta terça-feira (22), no Rio de Janeiro. O “Tremendão”, como ficou conhecido, voltou a ser internado nesta segunda-feira (dia 21), no Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio e chegou a ser intubado. O músico tratava uma síndrome edemigênica, quando há retenção de líquidos dentro dos vasos sanguíneos e geralmente é provocada por doenças cardíacas, renais e dos próprios vasos.

No dia 2 de novembro, após duas semanas de internação, o artista teve alta da unidade hospitalar e chegou a postar uma foto em seu perfil no Instagram, desmentindo os boatos de sua morte. “Bem simbólico… depois de me matarem no dia 30, ressuscitei no Dia de Finados e tive alta do hospital!!!! Obrigado a Deus, a todos que cuidaram de mim, rezaram por mim e se torceram pela minha recuperação… Essa foto com a Fernanda traduz como estamos felizes”.

Nascido no Rio de Janeiro em 5 de junho de 1941, Erasmo Esteves – nome de batismo do artista -, começou a sua carreira em 1958 integrando a banda The Snakes, junto com Tim Maia. Acrescentou o “Carlos” ao nome artístico em homenagem ao grande amigo e parceiro de composições Roberto Carlos e ao produtor musical Carlos Imperial, com quem trabalhou. Considerado um dos pioneiros do rock no Brasil, Erasmo participou ao lado de Roberto Carlos e Wanderléa da Jovem Guarda, movimento cultural que tomou conta do país na década de 1960.

Em mais de 60 anos de carreia artística lançou 38 discos e compôs mais de 600 músicas, entre elas clássicos como: Sentado à Beira do Caminho, Minha Fama de Mau, Mulher, Quero que tudo vá para o inferno, Mesmo que seja eu, Amigo, Gatinha Manhosa, É preciso saber viver e É proibido fumar.

Em 2014, Erasmo havia perdido o filho Alexandre, de 40 anos, num acidente de moto. Erasmo deixa a esposa Fernanda Passos e os filhos Gil Eduardo e Leonardo Esteves, além de netos. Ainda não foram divulgadas informações sobre o velório do artista.

Repercussão no meio artístico

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou nas redes sociais, lamentando a morte do artista. “Deixa saudades e dezenas de músicas que sempre estarão em nossas lembranças e na trilha sonora de nossas vidas. Meus sentimentos aos familiares, amigos e fãs de Erasmo Carlos”.

A cantora e compositora Marisa Monte lembrou um apelido de Erasmo. “Um espírito colossal com um coração bondoso. Não era à toa que seu apelido era Gigante Gentil. Super pai, super avô, super-homem”, escreveu Marisa.

Milton Nascimento afirmou que “tive a sorte de conviver com Erasmo praticamente desde a minha chegada ao Rio. Sempre prestigiamos um ao outro, foram muitos shows, encontros pelo Brasil, e muitas conversas. Ele até salvou minha vida uma vez, na Urca, estava atravessando a rua e não vi o carro vindo.”

Gal Costa morre aos 77 anos
Gal Costa morre aos 77 anos

A cantora baiana Gal Costa morreu na manhã desta quarta-feira (dia 9), aos 77 anos, em São Paulo. A informação da morte foi confirmada pela assessoria de imprensa da artista. “É com profunda tristeza e o coração apertado que comunicamos o falecimento da cantora Gal Costa, na manhã desta quarta-feira, 09 de novembro, em São Paulo”. A cantora estava afastada dos palcos desde setembro quando se submeteu a uma cirurgia para retirada de um nódulo na fossa nasal direita. Ela deixa um filho adotivo, Gabriel, de 17 anos. Ainda de acordo com a assessoria da artista, as “informações sobre o velório e o sepultamento serão divulgadas posteriormente”.

Nascida em Salvador em 26 de setembro de 1945, Maria das Graças Penna Burgos iniciou na carreira musical em 1964, ainda na capital baiana. A cantora estreou no espetáculo Nós, Por Exemplo…, ao lado de Gilberto Gil, Caetano Veloso e Maria Bethânia, que integraram os Doces Bárbaros. Com um timbre especial, Gal Costa escreveu seu nome no hall das principais vozes da Música Popular Brasileira (MPB). A cantora se consagrou com célebres interpretações, como das canções Meu nome é Gal e Baby.

Nas redes sociais, a morte de Gal Costa foi lamentada por diversas autoridades e artistas. O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que “o país, que Gal Costa cantava para mostrar sua cara, hoje perde uma de suas grandes vozes. Mas o legado, a obra, a lembrança e as canções serão eternas como seu nome Gal. Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos e milhões de admiradores”.

O governado da Bahia, Rui Costa, afirmou que “com sua partida, perdemos uma das mais potentes vozes da nossa música, eternizada em interpretações que cantam a Bahia e o Brasil para todo o mundo. Está decretado luto oficial na Bahia por 3 dias”. Para Fernando Guerreiro, presidente da Fundação Gregório de Mattos, “musa de todas as estações, voz inigualável, ousada e única. A perda de Gal Costa me enche de tristeza, pois ela sempre representou a trilha sonora da minha vida. Uma lacuna no panteão das grandes interpretes de nossa música popular brasileira”.

O imortal Gilberto Gil, escreveu em ser perfil no Instagram: “nossa irmãzinha se foi… Gal, a quem chamava de Gaúcha. Fica a saudade pra mim, pra todos que eram próximos dela e pra tanta gente na extensão deste Brasil imenso que se encantava com o canto dela. Agora o canto dela fica conosco pro resto das nossas vidas, pra o tempo todo da nossa história”.

A cantora Daniela Mercury relembrou o último encontro que teve com conterrânea. “Gal sempre arrebatadora no palco e nos camarins. E agora me pergunto: como viver sem Gal? Estou partida ao meio. Minha amiga. Saudade. Te amo.”

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Gal Costa se consagrou com célebres interpretações, como das canções Meu nome é Gal e Baby
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Gal Costa morre aos 77 anos

*Atualizado às 19h12

Margareth Menezes e Majur participam de apresentação da Orquestra Sinfônica Heliópolis em Salvador
Margareth Menezes e Majur participam de apresentação da Orquestra Sinfônica Heliópolis em Salvador

As cantoras baianas Margareth Menezes e Majur participam da primeira apresentação da Orquestra Sinfônica Heliópolis em Salvador. Sob a regência do maestro Edilson Ventureli, o grupo artístico formado em 1996, na comunidade de Heliópolis, em São Paulo, e as cantoras irão interpretar grandes sucessos das duas artistas. O show gratuito abre a programação do projeto Unilever Sons do Brasil, no próximo dia 13 (domingo), às 17h, no Parque da Cidade e conta com a abertura da Orquestra Sisaleira.

Margareth Menezes se irá se apresentar ao lado da Orquestra Sinfônica Heliópolis pela primeira vez. “É um prazer esse encontro. Vejo que no Brasil há muitas orquestras, sobretudo as mais novas, fazendo esse trabalho de integração da música erudita com a música popular e isso é muito importante, assim como essa diversidade de orquestras que estão surgindo em uma crescente no nosso país”, destaca a cantora, que esse ano celebra 35 anos de carreira.

Essa também será a primeira vez que Majur se apresenta com a Orquestra. “É um sonho imensurável estar ao lado de Margareth – minha maior referência do Afropop – pela primeira vez acompanhada de uma orquestra, na nossa casa. Vai ser emocionante”, garante a artista, um dos novos nomes da música brasileira contemporânea, revelada por Caetano Veloso.

O projeto Unilever Sons do Brasil é promovido pelo Ministério do Turismo e Secretaria Especial da Cultura, junto à Unilever Brasil. Após dois anos da última edição devido a pandemia de Covid-19, o evento retorna com três apresentações gratuitas em três cidades do Brasil. Além do show em Salvador, no dia 13, a Orquestra Sinfônica Heliópolis se apresenta ao lado da banda Jota Quest, no dia 27 de novembro, às 18h30, em Pouso Alegre (MG), e de Elba Ramalho e Lenine no dia 11 de dezembro, às 17h, em Igarassu (PE).

Serviço:

O quê: Apresentação da Orquestra Sinfônica Heliópolis com participação das cantoras baianas Margareth Menezes e Majur

Quando: domingo, 13 de novembro, às 17h

Local: Parque da Cidade (Avenida Antônio Carlos Magalhães, s/n, Itaigara, Salvador – BA)

Quanto: entrada gratuita

Classificação indicativa: Livre