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Natiruts faz show da turnê “Good Vibration” com Os Gilsons e Ministereo Público em Salvador
Arena Fonte Nova sedia festival inédito de Sound System

Movimento responsável pela transformação musical ocorrida na Jamaica nos anos 1950, os sistemas de som irão invadir a Arena Fonte Nova, durante a primeira edição do Arena Sound System. O festival acontece no sábado, dia 27/01, a partir das 16h, na Praça Sul. Serão três paredões de som, onde os artistas nacionais e internacionais se revezarão numa espécie de baile permanente, sem intervalos, durante 10 horas de programação. O primeiro lote promocional dos ingressos já está à venda nas lojas do Pida nos shoppings Salvador e Piedade; nos Balcões da Ticketmix nos shoppings da Bahia, Barra, Salvador e Paralela; ou pelos sites Safeticket.com.br e Sympla.com.br/SD por R$40 (inteira) e R$20 (meia).

Entre as atrações do Arena Sound System estão nomes como: Ministéreo Público Sistema de Som, Russo Passapusso, Lazzo Matumbi, Lívia Nery e Dj Magrão, os cariocas do Digital Dubs com Black Alien e BNegão Trio. O evento, que pretende ser um marco para os amantes do Reggae e do Sound System em Salvador, trará ainda os paulistas do Deskarreggae Sistema de Som com Junior Dread, além do inglês Prince Fatty com Monkey Jhayan e Horseman.

“Nosso objetivo ao promovermos o Arena Sound System é o de levar ao público de Salvador e aos turistas que visitam nossa cidade nesta época, a ampla cultura do Reggae, num evento com todo o conforto, segurança e facilidade de acesso que a Arena Fonte Nova oferece. Por isso essa parceria é o casamento perfeito entre conceito e espaço”, ressalta Igor Oliveira, coordenador de Operações da Arena Fonte Nova.

Cultura Sound System

Os Sistemas de Som é tradição de ocupação musical de rua vinda da Jamaica. No país, berço do reggae, os donos de lojas de disco e DJs colocavam seus sistemas de som na rua como forma de divulgar a música produzida localmente e para o divertimento de quem não podia frequentar festas em clubes, na década 1950.

Este costume acabou gerando uma cultura mundial, na qual pessoas se aglomeram em frente ao sistema de som para sentir a pulsação dos ritmos jamaicanos e se divertir. Semelhanças aproximam esta tradição da Bahia, que possui seus próprios sound systems em forma de trio elétrico, carros de som e carrinhos de café.

A primeira equipe de Sound System de Salvador, o Ministéreo Público Sistema de Som é especializado em reggae, dub, ragga, dancehall e jungle. Há 13 anos representando esse universo, o coletivo é formado pelos DJs Raiz e Pureza e pelo engenheiro de som Regivan Santa Bárbara.

Serviço:

Evento: Arena Sound System

Data: sábado, 27 de janeiro de 2018

Local: Itaipava Arena Fonte Nova – Praça Sul

Horário: A partir das 16h

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) – 1º Lote

Edição junina do “Domingo no TCA” terá mais de 20 atrações - Foto: Divulgação
Edição junina do “Domingo no TCA” terá mais de 20 atrações

O projeto Domingo no TCA, do próximo dia 19 de junho, às 11h, na Sala Principal do Teatro Castro Alves, em Salvador, será inspirado na cultura nordestina e nas tradições das festas juninas. A edição especial, batizada de Sarau Do João vai reunir Carlinhos Cor das Aguas, Carlos Eládio, Carlos Pitta, Celo Costa, Cinho Damatta, Cláudia Cunha, Fernando de Oliveira, Gel Barbosa, Jana Vasconcellos, Luíza Britto, Maurício Peixoto, Mônica San Galo, Priscila Magalhães, Rita Tavarez e Trio Anarriê (Alexandre LinsJelber Oliveira e Daniela Penna).

No palco, eles farão um “passeio” pela criação musical do Nordeste, homenageando também grandes ícones do forró, como Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, e o sanfoneiro Dominguinhos. Os ingressos do espetáculo custam R$ 1 (inteira) e R$ 0,50 (meia) e serão vendidos somente no dia do show, a partir das 9h, com acesso imediato do público.

Também nesta edição do Sarau, pela primeira vez, a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), sob a regência do maestro Carlos Prazeres, curador artístico da OSBA, fará uma participação especial, trazendo para o público dois clássicos bem populares: Arioso, de J. S. Bach (melodia que ganhou uma bela letra de Flávio Venturini – Céu de Santo Amaro -, gravada por ele e Caetano Veloso), e o Xote das Meninas, um dos maiores sucessos de Luiz Gonzaga e Zé Dantas.

O Sarau Do João chega à sua quinta edição no TCA, sob a coordenação geral de João Américo; direção musical do maestro e compositor Tom Tavares e produção de Rita Basttos. O Domingo no TCA é uma iniciativa do Teatro Castro Alves, através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA).

Serviço:

O quê: Domingo no TCA apresenta Sarau Do João

Artistas convidados: Carlinhos Cor das Aguas, Carlos Eládio, Carlos Pitta, Celo Costa, Cinho Damatta, Cláudia Cunha, Fernando de Oliveira, Gel Barbosa, Jana Vasconcellos, Luíza Britto, Maurício Peixoto, Mônica San Galo, Priscila Magalhães, Rita Tavarez e Trio Forró Anarriê (Alexandre LinsJelber Oliveira e Daniela Penna).

Participação especial: Orquestra sinfônica da Bahia (OSBA)

Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves (Praça Dois de Julho, Campo Grande)

Quando: domingo,19 de junho, às 11h

Quanto: ingressos a R$ 1 (inteira) e R$ 0,50 (meia-entrada) A venda somente no dia, a partir de 9h, com acesso imediato do público.

Prêmio Braskem de Teatro reconhece os melhores das artes cênicas na Bahia em 2015
Prêmio Braskem de Teatro reconhece os melhores das artes cênicas na Bahia em 2015

Bululú e A máquina que dobra o nada foram os grandes vencedores nas categorias Espetáculo Adulto e Espetáculo Infantojuvenil, respectivamente, na 23ª edição do Prêmio Braskem de Teatro. A mais importante premiação das artes cênicas baiana aconteceu na noite dessa quarta-feira (13/04), no palco principal do Teatro Castro Alves, em Salvador, com patrocínio da Braskem e Governo do Estado, através do FazCultura, e realização da Caderno 2 Produções.

Meran Vargens foi a vencedora do troféu na categoria Direção por O Castelo da Torre, já Gil Vicente Tavares ganhou a estatueta pelo texto de Sade. Pela primeira vez no Prêmio Braskem de Teatro, dois atores dividem a premiação. Os troféus da categoria Ator foram para Danilo CairoJoão Guisande, por suas atuações na peça Bululú, e Márcia Andrade foi escolhida melhor Atriz por Nossa Cidade. Os vencedores das categorias de melhores espetáculos Adulto e Infantojuvenil receberam R$ 30 mil, enquanto os contemplados nas outras seis categorias receberam R$ 5 mil cada, além de troféus.

Foram avaliados 59 espetáculos adultos e infantojuvenis baianos considerados profissionais e inéditos, que estiveram em cartaz em Salvador no período de 1º de abril a 23 de dezembro de 2015. A indicação e a escolha dos vencedores desta 23ª edição foi feita pela comissão julgadora composta por Cristina Leifer, atriz, diretora teatral e produtora cultural; Eliana Pedroso, bailarina, gestora e curadora do Café-Teatro Rubi; Jorge Alencar, ator, dançarino, coreógrafo, realizador audiovisual, diretor teatral, educador, pesquisador e curador; Marcos Uzel, jornalista e escritor e Rose Lima, diretora Artística do Teatro Castro Alves.

O gerente de Relações Institucionais da Braskem na Bahia, Helio Tourinho, ressalta a importância da premiação não só para os artistas, bem como para todos os produtores e técnicos do teatro no estado. “É com muito orgulho que há 23 anos promovemos o Prêmio Braskem de Teatro, que não é só um reconhecimento ao brilhantismo e a dedicação da classe artística baiana, mas também um celeiro de novos talentos e um grande formador de plateia em nosso estado”, afirma Tourinho.

Um manifesto pela liberdade do artista e pelas causas que fazem sentindo ao mundo moderno. Esse foi o tema central da cerimônia de premiação, que teve pela terceira vez a direção artística de Elísio Lopes Jr. A plateia acompanhou o último show de uma fictícia banda que não teria mais razão de existir. A Nossa Banda do Mundo foi composta pelos atores Osvaldo Mil, Érico Brás e pelo cantor Pedro Pondé, além das backings-atrizes-bailarinas Adelena Rios, Ariane Souza e Camila Sarno. A trilha sonora do espetáculo foi executada ao vivo pelos músicos Jelber Oliveira, Cadinho, Waguinho e Eric Assmar. As entregas dos troféus de cada categoria foram relacionadas a questões atuais que são discutidas pela sociedade como retrocessos, a exemplo de racismo, homofobia, entorpecimento, violência, o desejo e a intolerância.

O evento da 23º Prêmio Braskem de Teatro homenageou personalidades que lutam pelos Direitos Humanos na Bahia como, Maria Rita Lopes Pontes, superintendente das Obras Sociais de Irmã Dulce (OSID); o médico Antonio Nery Filho, criador do Centro de Estudos e Terapia de Abuso de Drogas (CETAD); o antropólogo Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB); Mãe Stella de Oxóssi, ialorixá do Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá e Vavá Botelho, idealizador do Balé Folclórico da Bahia. Outro homenageado da premiação foi Martim Gonçalves, primeiro diretor da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que este ano completa 60 anos de fundação. Luís Alberto, irmão de Martim Gonçalves agradeceu a homenagem. “É a segunda emoção que tenho aqui, em Salvador. A primeira foi conhecer o teatro que leva o nome de meu irmão e a segunda é estar neste palco, recebendo esse reconhecimento ao trabalho de Martim Gonçalves”, afirmou.

A montagem escrita por Fabio Espírito Santo reuniu na equipe técnica nomes como: Elisa Mendes (diretora Assistente), Ricardo Fagundes, Sérgio Almeida (assistentes de Direção), Clarissa Torres (direção de Produção Artística), Zebrinha (Coreografia), Arismar Adoté Jr. (Assistente de coreografia), Lord Lu (Figurino), Dino Neto (Maquiagem), Claudia Salomão (Chefe de Palco), Zelito Souza (Roadie) e Micael Figueiredo (Estagiário de produção). A produção Executiva ficou à cargo de Erica Ribeiro, Edilene Alves, Tereza Saphira e Val Benvindo. Jarbas Bittencourt assinou a direção musical do espetáculo, que tem ainda a cenografia de Renata Mota, a produção de cenografia de Naiara Bonfim e os cenários virtuais do VJ Dexter. A iluminação é de João Batista.

CONFIRA OS GANHADORES DO 23º PRÊMIO BRASKEM DE TEATRO:

ESPETÁCULO ADULTO:

ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL

DIREÇÃO

ATOR

ATRIZ

TEXTO

REVELAÇÃO

  • Monica Santana, pela atuação e criação em Isto Não é Uma Mulata.

CATEGORIA ESPECIAL

Prêmio Braskem de Teatro faz um espetáculo-manifesto para anunciar os destaques de 2015

Os atores Osvaldo Mil, Érico Brás e Pedro Pondé irão cantar, interpretar e dançar na cerimônia de premiação, que acontece no dia 13 de abril, no Teatro Castro Alves, em Salvador

​Osvaldo Mil e Pedro Pondé integram o elenco da cerimônia de premiação (Foto: Genilson Coutinho)
​Osvaldo Mil e Pedro Pondé integram o elenco da cerimônia de premiação (Foto: Genilson Coutinho)

Os destaques das artes cênicas baianas no ano de 2015 serão conhecidos durante a entrega do Prêmio Braskem de Teatro. O anúncio dos vencedores acontece nesta quarta-feira, dia 13 de abril, às 20h, na sala principal do Teatro Castro Alves, em Salvador. A cerimônia será um espetáculo-manifesto pela liberdade do artista e pelas causas que fazem sentindo ao mundo moderno. É o que promete o dramaturgo, roteirista e diretor teatral Elísio Lopes Jr., que assina pela terceira vez a direção artística da premiação. “Dirigir esse prêmio é uma das coisas mais difíceis de fazer, porque é a festa do nosso teatro, e queremos o encanto, queremos fazer o melhor. É isso que vamos tentar esse ano pela terceira vez”, comenta Elísio.

O Prêmio Braskem de Teatro destaca anualmente as melhores produções em oito categorias: Espetáculo Adulto, Espetáculo Infanto-Juvenil, Direção, Ator, Atriz, Texto, Revelação e Categoria Especial. Foram avaliadas 59 peças teatrais baianas consideradas profissionais e inéditas, que estiveram em cartaz no período de 1º de abril a 23 de dezembro de 2015, na capital baiana. A premiação, que chega a sua 23º edição, é uma realização da Caderno 2 Produções e patrocinada pela Braskem e Governo do Estado, através do FazCultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda. “O Prêmio Braskem de Teatro é uma referência consolidada para a classe artística, contribui para a valorização da produção das artes cênicas no estado, abre espaço para o surgimento de novos talentos, além de incentivar a formação de plateia”, explica Hélio Tourinho, gerente de Relações Institucionais da Braskem na Bahia.

Racismo, homofobia, entorpecimento, violência, o desejo e a intolerância, questões que estão sendo discutidas pela sociedade na atualidade como retrocessos serão relacionadas às categorias da premiação. “O mote cênico é que a noite do prêmio será o último concerto de uma banda que não tem mais razão de existir, a Nossa Banda do Mundo”, explica Elísio. Os atores Osvaldo Mil, Érico Brás e o cantor Pedro Pondé (vocalista da Banda Scambo) irão compor o fictício grupo. Os três vocalistas irão cantar, interpretar e dançar entre o anúncio dos vencedores de cada categoria. Integram a banda, ainda, os músicos Jelber Oliveira, Cadinho, Waguinho e Eric Assmar, além das backings-atrizes-bailarinas Adelena Rios, Ariane Souza e Camila Sarno.

A criação dos figurinos para a cerimônia ficou a cargo do paulista Luciano Ferrari, o Lord Lu, que se inspirou nos grupos performáticos Secos e Molhados e Dzi Croquettes. Vinis, paetês, tecidos metalizados e adereços coloridos se destacam nos looks. “A ideia é que os figurinos resultem num espetáculo burlesco, com visual apimentado e contemporâneo criando uma harmonia com o conjunto criativo do evento”, explica Lord Lu, que tem em seu currículo os figurinos do espetáculo Sherek, O Musical e da banda Timbalada, nos Carnavais de 2015 e 2016. A produção de moda é Carine Cedraschi.

A movimentação não acontecerá somente diante da plateia. Nos bastidores um verdadeiro exercício atuará na produção do evento, que tem roteiro de Fabio Espírito Santo e comando de Elísio Lopes Jr. Na equipe técnica figuram nomes como: Elisa Mendes (diretora Assistente), Ricardo Fagundes, Sérgio Almeida (assistentes de Direção), Clarissa Torres (direção de Produção Artística), Zebrinha (Coreografia), Arismar Adoté Jr. (Assistente de coreografia), Dino Neto (Maquiagem), Claudia Salomão (Chefe de Palco), Zelito Souza (Roadie) e Micael Figueiredo (Estagiário de produção). A produção Executiva está à cargo de Erica Ribeiro, Edilene Alves, Tereza Saphira e Val Benvindo. Jarbas Bittencourt assina a direção musical do espetáculo, que tem ainda a cenografia de Renata Mota, a produção de cenografia de Naiara Bonfim e os cenários virtuais do VJ Dexter. A iluminação é de João Batista.

Homenagens especiais – Cinco personalidades que lutam pelos Direitos Humanos na Bahia serão homenageadas durante a cerimônia de entrega do Prêmio Braskem de Teatro. Serão reconhecidos pelos seus trabalhos e atuações, Maria Rita Lopes Pontes, superintendente das Obras Sociais de Irmã Dulce (OSID); o médico Antonio Nery Filho, criador do Centro de Estudos e Terapia de Abuso de Drogas (CETAD); o antropólogo Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB); Mãe Stella de Oxóssi, ialorixá do Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá e Vavá Botelho, idealizador do Balé Folclórico da Bahia.

Outro homenageado da premiação será Martim Gonçalves, primeiro diretor da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que este ano completa 60 anos de fundação. Com apenas 37 anos, o médico psiquiatra pernambucano, Eros Martim Gonçalves (1919-1973) foi o responsável por conceber a Escola de Teatro, da então Universidade da Bahia e dirigi-la entre 1955 e 1961. Foi a primeira no Brasil ligada a uma instituição de nível superior.

“A homenagem que o Prêmio Braskem de Teatro realizará a Martim Gonçalves é uma reparação histórica a este homem de teatro, com sólida formação artística-acadêmica, que muito contribuiu para o teatro e as artes na Bahia, através de ações interdisciplinares nas áreas do teatro, artes plásticas, cinema, cultura popular e educação”, ressalta a diretora teatral e professora Eliene Benício, atual diretora da Escola de Teatro da UFBA.

O júri – A comissão julgadora deste ano foi composta por Cristina Leifer, atriz, diretora teatral e produtora cultural; Eliana Pedroso, bailarina, gestora e curadora do Café-Teatro Rubi; Jorge Alencar, ator, dançarino, coreógrafo, realizador audiovisual, diretor teatral, educador, pesquisador e curador; Marcos Uzel, jornalista e escritor e Rose Lima, diretora Artística do Teatro Castro Alves. Além do troféu, os vencedores das categorias Espetáculo Adulto e Espetáculo Infantojuvenil receberão um prêmio no valor bruto de R$ 30 mil cada, enquanto os demais vencedores serão contemplados com um prêmio no valor bruto de R$ 5 mil cada.

 

CONFIRA OS INDICADOS AO 23º PRÊMIO BRASKEM DE TEATRO:

 

ESPETÁCULO ADULTO:

  • BULULÚSinopse: A montagem conta a saga de dois comediantes muito especiais: Amadeus (Danilo Cairo) e Bartolomeus (João Guisande), tão antigos como o próprio teatro, o que é o mesmo que dizer: tão antigos como a Terra. Acabaram de chegar a um lugar onde pensam realizar o seu oficio de cada dia, ou seja, representar. Preparam os seus instrumentos, as suas roupas e máscaras e decidem contar o famoso romance da Invenção do Mundo, inspirado no Grande Teatro del Mundo, de Calderón de La Barca. Texto e Dir.: Moncho Rodriguez. Elenco: Danilo Cairo e João Guisande;
  • CAMPO DE BATALHA – Sinopse: Em uma suposta Terceira Guerra Mundial causada pela disputa das águas do planeta, dois soldados de corporações inimigas são surpreendidos pelo anúncio da suspensão temporária da guerra. Durante a pausa bélica, eles iniciam uma surreal aproximação que põe em risco a continuidade protocolar dos combates “oficiais”. Dir.: Márcio Meirelles. Elenco: Thiago Quirino e Aldri Anunciação;
  • O CASTELO DA TORRE – Sinopse: O espetáculo, que integra a 2ª Mostra Prêmio Braskem de Teatro, conta a trajetória da família Garcia D’Ávila, cujo poder imperou na Bahia e no Nordeste Brasileiro do século XVI à metade do século XIX. O primeiro Garcia D´Ávila chega ao Brasil junto com Tomé de Sousa, e a família continua sua história no Brasil descendendo de Diogo Alvares Caramuru e a bela Catarina Paraguaçu, dois dos primeiros nomes da miscigenação que deu conta do povoamento desse país. Dir.: Meran Vargens. Elenco: Bruno Guimarães, Camila Guilera, Clara Paixão, Daniel Farias, Diana Ramos, Diogo Teixeira, Fernanda Silva, Fred Alvin, Gordo Neto, Joker Guiguio, Larissa Lacerda, Marcia Limma e Yanna Vaz;
  • ERÊ – Sinopse: A atual montagem do espetáculo é mais política e questionadora, e traz à tona as diversas chacinas que tiveram como alvos jovens e crianças negras, como a da Candelária (RJ), Cabula (SSA), Vigário Geral (RJ), Favela Naval (Diadema-SP) e Acari (RJ). São tragédias que se abateram sobre a população negra do Brasil, muitas delas impunemente. ‘Erê’ questiona e pontua o porquê de meninos morrerem ainda ‘erês’ sem chegar a se tornarem velhos. Dir.: Fernanda Júlia e Zebrinha.  Elenco: Cássia Valle, Deyse Ramos, Elane Nascimento, Elcian Gabriel, Ed Firenza, Gabriel Nascimento, Gerimias Mendes, Jamile Alves, Jorge Washington, Leno Sacramento Lucas Leto, Merry Batista, Naira da Hora, Renan Mota, Ridson Reis, Sergio Laurentino, Shirlei Sanjeva, Valdineia Soriano e Vinicius Carmezim;
  • SADE – Sinopse: Para encarnar os vários personagens que aparecem o espetáculo, os atores se desdobram num constante jogo de trocas e metalinguagem. Todos são parte das fantasias de Sade, cuja escrita cruzou as fronteiras daquilo que se evita falar: a sexualidade não-convencional, a violência, a loucura, a homossexualidade, a cultura do estupro, além de diversos questionamentos políticos sobre o período histórico conturbado que Sade viveu. Dir.: Gil Vicente Tavares. Elenco: Carlos Betão, Marcelo Praddo, Wanderley Meira, Fafá Menezes e Márcia Andrade.

ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL

  • A MÁQUINA QUE DOBRA O NADA Sinopse: O espetáculo gira em torno da amizade entre um garoto e um cientista, que juntos planejam criar uma máquina fantástica, capaz de dobrar o nada. Inspirada nos neologismos e poemas de Manoel de Barros, a história revela a busca incessante de um homem que luta contra a descriatividade resultante do envelhecimento. Dir.: Caio Rodrigo. Elenco: Agamenon de Abreu, Caio Rodrigo, Elinaldo Nascimento, Genário Neto, Géssica Geyza, Letícia Bartholo, Raquel Bosi, Simone Brault, Taciana Bastos e Wallas Moreira.
  • O PEQUENO IMPERADOR Sinopse: O texto passeia, de maneira muito lúdica, colorida, divertida e leve por diversas discussões sobre o respeito, a liberdade, o egoísmo, a ambição, a arte e os aprendizados da vida. O espetáculo, que integra a 2ª Mostra Prêmio Braskem de Teatro, conta uma história bem humorada que trata de aspectos da individualidade e coletividade dos seres, motivando crianças e adultos a uma reflexão sobre a consequência dos seus atos, conscientizando e educando pela arte. Dir.: Lucas Sicupira. Elenco: Bruna Simões, Daniel Marchi, Íris Faria, Leonardo Lacerda, Lucas Garboggini, Taciana Bastos, Tássia Gramacho e Yasmin Santana.
  • PACO E O TEMPO Sinopse: No palco, as aventuras de um menino que quer saber onde está o tempo e a partir disso se desenvolve a ação da peça. O tempo, sua relatividade, seus mistérios, e a efemeridade que são abordados no texto, aqui, na encenação, são metáforas para ilustrar a contemporaneidade, que implica provocar questionamentos sociais na criança e no jovem, afinal eles também são agentes modificadores da sociedade. Dir.: Guilherme Hunder. Elenco: Alex Brandão, Céia Correia, Fabiane Leal, Genário Neto, Hyago Matos, Izabella Vaz, Larissa Libório, Leonardo Teles e Sidnaldo Lopes.

DIREÇÃO

  • Fernanda Julia e Zebrinha, por Erê;
  • Elisa Mendes, por Ave de Areia;
  • Gil Vicente Tavares, por Sade;
  • Márcio Meireles e Lázaro Ramos, por Campo de Batalha;
  • Meran Vargens, por O Castelo da Torre.

ATOR

  • Danilo Cairo, por Bululú;
  • Felipe Benevides, por Canto Seco;
  • João Guisande, por Bululú;
  • Thalis Castro, por Por Que John Cage?;
  • Wanderley Meira, por Sade.

ATRIZ

  • Márcia Andrade, por Nossa Cidade;
  • Diana Ramos, por O Castelo da Torre;
  • Thais Laila, por Nossa Cidade;
  • Laura Sarpa, por Ave de Areia;
  • Mariana Freire, por Canto Seco.

TEXTO

  • Aldri Anunciação, por Campo de Batalha;
  • André Luis Silva, por Escavadores;
  • Gil Vicente Tavares, por Sade;
  • Hayaldo Copque, por Área Comum ou Os Cães Farejam o Medo;
  • Marcus Barbosa, por Efeito Werther.

REVELAÇÃO

  • Edielson de Deus, pela atuação em Esgoto de Deus;
  • Leonardo Teles, pela atuação em A Comédia Humana e Paco e O Tempo;
  • Monica Santana, pela atuação e criação em Isto Não é Uma Mulata;
  • Raissa Bonfim, pela atuação e criação em Ofélia;
  • Sandro Souza, pela direção em A Cidade do Circo dos Dias Iguais.

CATEGORIA ESPECIAL

  • A Outra Cia de Teatro, pela intervenção urbana em Ruína de Anjos;
  • Fernanda Bezerra, pela produção de Sade;
  • Irma Vidal, pela iluminação de Efeito Werther;
  • Ray Gouveia, pela trilha de Paco e o Tempo;
  • Rino Carvalho Inácio pelos figurinos de O Castelo da Torre, Sade, Canto Seco e Circo das Pulgas (este com a colaboração de Lucimaureen Agra).
Capa do livro Caymmianos: Personagens das Canções de Dorival Caymmi, do escritor Marielson Carvalho
Personagens das canções de Dorival Caymmi são temas de livro

Caymmianos: Personagens das Canções de Dorival Caymmi. Esse é o título do segundo livro do escritor Marielson Carvalho, que será lançado no próximo dia 3 de dezembro, em Salvador. A publicação da Editora da Universidade do Estado da Bahia (Eduneb) tem patrocínio da Braskem e foi impressa em Vitopaper®, papel sintético produzido a partir de plásticos reciclados pós-consumo. Durante o evento, que ocorre no Espaço Cultural da Barroquinha, na Praça Castro Alves, a partir das 18h30, será realizado um bate-papo com o autor do livro, seguido de sessão de autógrafos e de um pocket show com os músicos Cláudia Cunha e Carlos Barros, que irão interpretar canções do cantor e compositor baiano que inspiraram o livro.

Em 200 páginas, o livro ressalta os personagens das canções de Caymmi, conhecidas justamente pela referência a pescadores, baianas, orixás, mulheres sambadeiras, entre outros. “Não há na bibliografia sobre Dorival Caymmi um livro reunindo uma leitura sobre a composição desses personagens em suas canções, daí a minha curiosidade em conhecê-los mais”, afirma o professor de Literatura da Universidade do Estado da Bahia (UNEB).

Caymmianos é fruto de cinco anos de pesquisas do autor. A primeira fase teve inicio em 2010, com a participação de bolsistas e foi de coleta de informações em livros, jornais e revistas, que resultou em um banco de dados não somente sobre Dorival Caymmi, mas sobre a música negra produzida na Bahia. “A partir dessas informações sobre relações etnorraciais, de gênero, culturais e sociais no período em que Caymmi viveu em Salvador, ou mesmo histórias antigas contadas a ele, escrevi os perfis dos personagens”, explica o escritor que levou dois anos para concluir a obra.

O livro traça dez perfis de personagens variados com base em uma recorrência de figuras mais ou menos conhecidas na obra de Dorival Caymmi. Além de personagens originais, inspirados em homens e mulheres reais, como João Valentão e Mãe Menininha do Gantois, tem também Gabriela e Tereza Batista, personagens de ficção de Jorge Amado, mas foram recriados por Caymmi para trilhas sonoras de minisséries e novelas adaptadas de romances do escritor e amigo.

Foto: Angelo Rosário

Ilustrações exclusivas e foto de capa inédita

A publicação é ilustrada por dez renomados artistas plásticos e visuais, entre pintores e fotógrafos, que a partir das canções escolhidas para o livro, criaram as ilustrações para os personagens. Entre os artistas estão nomes como, o de Juarez Paraíso, Juraci Dórea, Goya Lopes, J. Cunha, Adenor Gondim, Hirosuke Kitamura, Ieda Oliveira, Elias Santos, Anderson AC e Felipe Goes, além do próprio músico. “Caymmi também foi pintor e alguns desses personagens foram desenhados e pintados por ele, o que mostra a inventividade do artista também nas artes plásticas”, ressalta Marielson.

O livro traz na capa, ainda, uma foto inédita de Dorival Caymmi feita na década de 1970, por Carlos Filho, fotógrafo pernambucano, radicado no Rio de Janeiro. A imagem foi tirada em Rio das Ostras (RJ), onde Caymmi tinha casa de veraneio. “A foto é inédita em publicações e mostra um Caymmi místico, vestido de branco, colares e guias no pescoço, concentrado olhando para suas mãos em concha”, descreve o escritor.

Mestre em Letras pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e doutorando em Literatura e Cultura, pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), há 17 anos Marielson se dedica a pesquisar sobre a obra de Dorival Caymmi. Já em seu primeiro livro Acontece que eu sou baiano: identidade e memória cultural no cancioneiro de Dorival Caymmi (EDUNEB, 2009), Marielson produziu uma biografia crítica, que aborda a baianidade do compositor a partir da relação entre experiência pessoal e produção musical.

Serviço:

Livro: Caymmianos: Personagens das Canções de Dorival Caymmi

AutorMarielson Carvalho

Editora: Eduneb

Páginas: 200

Preço: R$ 80

As canções de Cartola em show gratuito no Pelourinho
As canções de Cartola em show gratuito no Pelourinho

O ator e cantor Pedro Morais apresenta o show As Rosas não Falam – 100 anos de Cartola, nesta terça-feira (dia 20), às 21h, no Largo Pedro Arcanjo, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador. No repertório do show, que tem entrada gratuita, interpretações de canções do “poeta dos morros”, Cartola, como Autonomia e Alvorada. Os músicos Lala Carvalho, Edu Fagundes e Tito Bahiense são os convidados especiais da noite.

Acompanham Pedro Morais no palco, ainda, os músicos Duarte Veloso (violão), Solamy Oliveira (flauta), Jelber Oliveira (acordeom e teclados), Sebastian Notine e Marcelo Tribal (percussão). Jarbas Bittencourt, assina a direção musical do show, que estreou em novembro de 2008, no Teatro Gamboa Nova, em Salvador.

Serviço:

O quê: Show As Rosas não Falam – 100 anos de Cartola, com Pedro Morais

Onde: Largo Pedro Arcanjo (Rua Gregório de Matos, 10, Pelourinho, Salvador – BA)

Quando: terça-feira, dia 20 de julho, às 21h

Quanto: ingresso gratuito

As canções de Cartola em show gratuito no Pelourinho
O ator e cantor Pedro Morais homenageia o centenário do poeta dos morros – Foto: Clara Ribeiro/Divulgação