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Exposição "Cyber Art" e palestra de Zaven Paré em Salvador
Exposição “Cyber Art” e palestra de Zaven Paré em Salvador

Será aberta ao público na próxima quarta-feira (dia 9), às 9h, na Caixa Cultural Salvador, a exposição Cyber Art, de Zaven Paré. A mostra é uma retrospectiva dos 25 anos de carreira do artista plástico francês, que mescla em seu trabalho artes plásticas e robótica.

Na mostra, serão apresentadas seis obras, entre marionetes eletrônicas, robôs e esculturas, 67 desenhos inéditos e ainda uma videoinstalação. Nos dias 9 e 10, das 14h às 18h, o artista ministra a Oficina de Marionete Eletrônica. Na quinta-feira (dia 10), às 18h, Paré terá um novo encontro com o público baiano durante a palestra gratuita Animismo Tecnológico. As vagas para a oficina e para a palestra são limitadas.

Perfil – Zaven Paré é um dos pioneiros na arte cibernética, criando marionetes eletrônicas dotadas de movimentos complexos que espelham os de um ser humano. Morou durante 15 anos no Rio de Janeiro e atualmente desenvolve projetos de robótica no Japão.

Serviço:

O quê: Oficina de Marionete Eletrônica com Zaven Paré

Onde: Caixa Cultural Salvador (Rua Carlos Gomes, 57, Centro)

Quando: quarta e quinta-feira, dias 9 e 10/06, das 14h às 18h

Quanto: ingresso gratuito (Vagas limitadas).


O quê: Palestra Animismo Tecnológico com Zaven Paré

Onde: Caixa Cultural Salvador (Rua Carlos Gomes, 57, Centro)

Quando: quinta-feira, dia 10/06, às 18h

Quanto: ingresso gratuito (Vagas limitadas)


O quê: Exposição Cyber Art, de Zaven Paré

Onde: Caixa Cultural Salvador (Rua Carlos Gomes, 57, Centro)

Quando: de 9 de junho a 11 de julho, de terça a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 10h às 21h

Quanto: ingresso gratuito

Informações: (71) 3421-4200

"Agdás urbanos" é o título da nova exposição de Denis Sena
“Agdás urbanos” é o título da nova exposição de Denis Sena

A religiosidade de matrizes africanas e indígenas na exposição Agdás Urbanos na Contemporaneidade, do artista visual Denis Sena, em cartaz no Museu da Cerâmica Udo Knoff, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador. Nas 24 peças expostas, a relação entre o contexto da cidade e a iconografia do candomblé ganha destaque através do grafite e dos agdás – vaso cônico feito de cerâmica.

A mostra é fruto de quase dez anos de pesquisa e imersão no universo do candomblé de nação Angola, feita por Denis Sena. O artista recorre a diversos elementos que mantêm relação com as divindades: cores, como o vermelho de Xangô, o branco de Oxalá, assim como objetos que fazem parte da iconografia: o arco e a flecha de Oxossi ou as folhas de Ossaim.

Outros elementos do cotidiano também servem de metáfora para o significado de cada entidade. Assim, o telefone simboliza Exu, o orixá mensageiro, o fósforo representa Xangô, que tem o fogo como elemento, e os gêmeos erês (cuja palavra significa “divertimento”) são representados por brinquedos – bonecos da linha Playmobil.

Serviço:

O quê: Exposição Agdás Urbanos na Contemporaneidade, de Denis Sena

Onde: Museu da Cerâmica Udo Knoff (Rua Frei Vicente, 3, Pelourinho)

Quando: de terça a sexta, das 10h às 18h; e sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h

Quanto: ingresso gratuito

Informações: (71) 3117-6388

Diversas linguagens artísticas na exposição Transverso de Caetano Dias
Diversas linguagens artísticas na exposição Transverso de Caetano Dias

Fotografia digital, vídeos, objetos e instalações multimídias compõem Transverso, nova exposição do artista plástico Caetano Dias, que fica até o dia 15 de maio, na Paulo Darzé Galeria de Arte, no Corredor da Vitória, em Salvador. Fazem parte da mostra, os vídeos 1978 – Cidade Submersa, Águas e O Mundo de Janiele, a vídeoinstalação Passeio Neoconcret1o e as séries fotográficas Construção, Águas, Submerso, Passagem e Instáveis.

“Esta exposição foi elaborada entre as residências realizadas no MIS – Museu da Imagem e do Som em São Paulo, na Cité Internationale des Arts em Paris, e no Can Xalant, Centro de Pesquisa Artística, em Barcelona. Algumas dessas imagens foram realizadas nestas residências e a sua maioria, foi realizada nos intervalos em que permaneci  na Bahia executando as peças”, afirma Caetano Dias, no programa da exposição.

Carreira Caetano Dias nasceu na cidade de Feira de Santana, na Bahia, em 1959. É considerado pela crítica nacional um dos mais importantes artistas surgidos nos últimos anos no Estado. Iniciou a carreira artística participando do Grupo Interferências, com realização de murais em espaços públicos de Salvador. Integrou a 3ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre (2001) e já expões em diversas galerias e museus internacionais, com exposições individuais e coletivas. Desde 1995, ministra curso de pintura nas oficinas do Museu de Arte Moderna da Bahia.

Serviço:

O quê: Exposição Transverso, de Caetano Dias

Onde: Paulo Darzé Galeria de Arte (Rua Dr. Chrysippo de Aguiar, n° 8, Corredor da Vitória)

Quando: de segunda à sexta-feira, das 9h às 19h e aos sábados das 9h às 13h (Até 15 de maio).

Quanto: ingresso gratuito

Informações: (71) 3267-0930

Palácio da Aclamação recebe intervenção artística na exposição "Roteiro para Visitação"
Palácio da Aclamação recebe intervenção artística na exposição “Roteiro para Visitação”

Postes de madeira e uma árvore Aroeira suspensos e espalhados pelo interior do espaço de um museu. Esses são os elementos da intervenção artística Roteiro para Visitação, do artista plástico paulistano Carlito Carvalhosa, em exposição no Palácio da Aclamação, no Campo Grande, em Salvador. A mostra é a segunda do Programa Ocupas, que, durante o ano de 2010, levará artistas expoentes da arte contemporânea no Brasil ao Palácio.

Em Roteiro para Visitação, o artista brinca ao trazer para dentro dos salões nobres do Palácio em estilo europeu, cheio de cortinas e lustres, um pouco da paisagem do entorno. Uma árvore, cinco postes de madeira de 10 a 12 metros de comprimento e 220 pontaletes de eucalipto com cinco metros de extensão, pintados de branco em uma das extremidades, ocupam quatro ambientes do Palácio da Aclamação.

Artista – Nascido na capital paulista, Carlito Carvalhosa, graduou-se em arquitetura na Universidade de São Paulo (FAU/USP) em 1984. No decorrer dos anos 80, integrou o Grupo Casa 7 (SP), formado por jovens artistas que produziam em diversas técnicas e tinham propostas estéticas comuns. Além disso, recebeu bolsa do Deutscher Akademischer Austauchdienst (DAAD) – Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico, permanecendo em Colônia, Alemanha, de 1989 a 1992. O artista tem uma produção voltada, especialmente, para a pintura e escultura. Participou de diversas bienais internacionais.

Serviço:

O quê: Exposição Roteiro para Visitação, de Carlito Carvalhosa

Onde: Palácio da Aclamação (Av. Sete de Setembro, 1.330, Campo Grande)

Quando: de 14 de abril até 27 de junho, de terça a sexta-feira, das 10h às 18h, fins de semana e feriados, das 13h às 17h.

Quanto: ingresso gratuito

Informações: (71) 3117-6150

José Rufino expõe no Palácio da Aclamação

Foto: Divulgação

Na exposição Faustus, em cartaz no Palácio da Aclamação até o dia 28 deste mês, ossos moldados em gesso e peças de mobiliário antigo compõem a obra criada pelo artista plástico paraibano José Rufino. Inspirado nos desenhos renascentistas de Leonardo da Vinci, Rufino modelou os ossos e propôs a distribuição das peças nos salões do palácio, para revelar as próprias emoções e suscitar nos espectadores possíveis lembranças.

O nome da mostra foi inspirado no personagem Fausto, do escritor alemão Wolfgang von Goethe. “Faustus vem de uma língua morta. A escolha do nome da exposição também passou por isso, pelo movimento de tentar aproximar o meu trabalho desse sentimento de resgate do que já se foi”, explica o artista.

Serviço:

O quê: Exposição Faustus

Quando: Até 28/03

Local: Palácio da Aclamação (Avenida Sete de Setembro, 1330)

Horário: Terça a Sexta, 10h às 18h / Sábado e Domingo, 13h às 17h

Ingressos: Gratuito

Exposição “Hansen Bahia 95 anos” será aberta nesta quarta, dia 24
Exposição “Hansen Bahia 95 anos” será aberta nesta quarta, dia 24

Se estivesse vivo, o artista plástico alemão Karl Heinz Hansen, ou Hansen Bahia, como é conhecido, completaria 95 anos de idade em abril. Para marcar a data, a Fundação Hansen Bahia realiza uma exposição de xilogravuras e matrizes que compõem o acervo da casa em São Félix, interior da Bahia, onde o artista viveu os últimos anos de sua vida ao lado da esposa, Ilse Hansen. 

A visitação acontece de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h30 e aos sábados, das 9h até às 13h, na galeria do Instituto Cultural Brasil-Alemanha (ICBA), em Salvador, entre os dias 24 de fevereiro e 3 de abril. As matrizes que serão apresentadas na Exposição “Hansen Bahia 95 anos” estavam integradas às paredes da casa localizada na Fazenda Santa Bárbara e faziam parte da intimidade do artista.

O artista Karl Heinz Hansen nasceu em 19 de abril de 1915, em Hamburgo, Alemanha. Foi marinheiro, escultor, poeta, escritor, cineasta, pintor e xilógrafo. Seus primeiros trabalhos artísticos surgiram no início dos anos 40. O homem foi o seu grande tema e a xilogravura – arte tradicional no seu país – a técnica mais utilizada. Autodidata na técnica que lhe garantiu sucesso internacional, Hansen talhava a madeira com precisão e perfeição partilhada por poucos.

Em 1950, deixou a Alemanha e veio conhecer o Brasil. Em São Paulo, trabalhou como artista gráfico de uma editora. Cinco anos mais tarde, mudou-se para a Bahia, onde viveu e produziu intensamente. A paixão pelo estado fez com que o gravador, depois de conquistar reconhecimento internacional, incorporasse o nome da terra e assumisse a assinatura Hansen Bahia. “Antes de vir para a Bahia era só marinheiro. Quando aqui cheguei, nasci pela segunda vez e tornei-me artista”, declarou em vida.

Amante da nova terra, Hansen doou à Bahia, especificamente à cidade de Cachoeira, as obras relevantes do seu acervo e criou a Fundação Hansen Bahia, através de testamento, em abril de 1976. Apenas dois meses depois de inaugurar a primeira sede da fundação, o artista faleceu no dia 14 de junho de 1978, deixando para a Bahia o seu legado mais valioso: um enorme acervo de obras de arte e trinta livros publicados.

Exposição apresenta o sertão em dobraduras de papel

O universo nordestino retratado em origami. Essa é a proposta da exposição O sertão em dobraduras de papel, de Ângelo Sampaio, estudante de Letras da UEFS – Universidade Estadual de Feira de Santana. São 60 peças dobradas em diferentes tipos de papéis, como cartão, crepom, alumínio, seda, entre outros. As obras estão expostas no Museu Casa do Sertão, no Campus da UEFS, em Feira de Santana, de segunda a sexta das 8h às 11h30 e das 14h às 17h30. A entrada é gratuita e a exposição fica até o dia 30 de novembro.

Serviço:

O quê: Exposição O sertão em dobraduras de papel, de Ângelo Sampaio

Onde: Museu Casa do Sertão, no Campus da UEFS, em Feira de Santana – BA

Quando: de segunda a sexta das 8h às 11h30 e das 14h às 17h30, até o dia 30 de novembro

Quando: ingresso gratuito