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Chega às livrarias versão impressa de "Como Ser Um Rockstar", de Guga Mafra
Chega às livrarias versão impressa de “Como Ser Um Rockstar”, de Guga Mafra

Sucesso do mundo dos audiobooks e podcasts chega às livrarias a versão impressa de Como Ser Um Rockstar, livro de estreia de Guga Mafra. A publicação conta a história de um adolescente tímido, desajeitado e cronicamente apaixonado tentando enfrentar o mundo montando uma banda de rock. “Uma banda de rock nunca é só sobre o sucesso – é também sobre se expressar, encontrar o seu lugar no mundo e encontrar quem se identifica com você. Uma banda de garagem é como um canal do YouTube ou um podcast hoje em dia”, explica Guga Mafra.

Baseada na história real do próprio autor, Como Ser Um Rockstar é uma jornada cheia de cenários hostis e perigos como escolas, competições esportivas, professores malignos, crises econômicas e internet discada; mas que também é repleta de música, shows, pequenas vitórias, epifanias, amizades profundas e amores impossíveis. Tudo isso em meio às escolas, quadras de esporte e casas de shows de Brasília, um dos berços do rock brasileiro, nos anos 1990.

Guga é apresentador do Gugacast, um dos podcasts mais ouvidos do país e pela sua experiência com formatos em áudio lançou o Como Ser Um Rockstar primeiro em audiobook. “Na verdade, um podbook, um audiobook na qual a história é contada como uma conversa, não como uma narração”, esclarece o autor. O Podbook foi um fenômeno de audiência na plataforma de audiobooks Storytel, com milhares de ouvintes maratonando o conteúdo como se fosse uma série de TV. “É bem surpreendente o engajamento do Como Ser Um Rockstar no aplicativo. Muitos usuários já ouviram 4 ou 5 vezes seguidas”, ressalta André Palme, Country Manager da Storytel no Brasil.

Para não decepcionar os fãs que já conhecem a história do podbook, Guga Mafra preparou um conteúdo inédito especial: um capítulo extra, em áudio, contando tudo que aconteceu com os personagens depois do fim da história, que será acessível através de um código encartado no livro. A Editora Melhoramentos também preparou brindes especiais para a pré-venda, que começou em 13 de Julho, no Dia Mundial do Rock, como: palhetas personalizadas, credenciais de backstage e bottons.

Serviço:

Livro: Como Ser um Rockstar

Autor: Guga Mafra

Número de páginas: 256

Preço sugerido: R$ 49,90

Link de compra: https://amzn.to/3hPYv6y

Chega às livrarias versão impressa de "Como Ser Um Rockstar", de Guga Mafra
Guta Mafra, autor de Como Ser Um Rockstar
Foto: Reprodução Instagra

Cantor Otto lança músicas inéditas em show gravado no Inhotim em Cena
Cantor Otto lança músicas inéditas em show gravado no Inhotim em Cena

O cantor e compositor Otto lança duas músicas inéditas do novo disco, Canícule Selvagem, em show gravado pelo projeto Inhotim em Cena. A apresentação aconteceu na Estufa Equatorial, do Instituto Inhotim, em Minas Gerais, e será transmitida, neste sábado (dia 17), às 11h, no site e no canal do YouTube do Inhotim. O ambiente é dedicado ao cultivo de plantas da coleção que precisam de condições controladas de umidade e temperatura. Trata-se de um espaço restrito, aberto ao público apenas em situações especiais.

Bastante emocionado durante as gravações, Otto comparou o lugar a um templo de renascimento. Cercado de plantas das mais diversas espécies, ele lembrou que esses são seres sensíveis e, ao mesmo, importantíssimos para nossa sobrevivência. “Considero um renascimento meu estar aqui com todo esse verde e, neste momento tão difícil para o Brasil, ficar em meio à ciência e à arte”, disse. Além das duas músicas novas, Otto preparou um repertório com sucessos de álbuns lançados ao longo de sua carreira. Canícule, a canção título do álbum, é uma homenagem à música francesa, com uma pegada mais eletropop. Já Anna, mais eletrônica, tem participação de Nina Miranda.

Programação do Inhotim em Cena

O Inhotim em Cena 2021 tem sido uma importante ferramenta de fomento da produção de artistas durante a pandemia. O projeto já apresentou o show de Arnaldo Antunes, que continua disponível no YouTube do Inhotim e já teve mais de 27 mil visualizações. A próxima atração do Inhotim em Cena será Pedro Luís e Orquestra de Câmara Inhotim, dia 14 de agosto. A programação cultural do Inhotim tem patrocínio do Instituto Cultural Vale.

Durante o período de recesso escolar (até 1º de agosto), o Instituto Inhotim está de portas abertas aos visitantes de quarta a domingo, com limitação da capacidade de público (500 pessoas), uso de máscara e álcool em gel, entre outras medidas. Os ingressos devem ser adquiridos antecipadamente pelo site Sympla. Confira no site todas as regras de visitação. Os ingressos custam R$ 44 (inteira) e R$ 22 (meia-entrada). Na última sexta-feira de cada mês (exceto em feriados) a entrada é gratuita. Há ainda a opção de passaporte, para quem deseja visitar o instituto em mais de um dia. Para os moradores de Brumadinho cadastrados no programa Nosso Inhotim, todos os dias são de entrada gratuita.

Grupo San Sebastian anuncia data do San Island Weekend em 2022
Grupo San Sebastian anuncia data do San Island Weekend em 2022

Adiada em função da pandemia, a festa San Island Weekend já tem data definida para acontecer em 2022. O evento será realizado em Jericoacoara, a 370 km de Fortaleza (CE), de 29 de abril a 1º de maio de 2022. Artistas nacionais e internacionais compõem a grade de atrações do San Island. Ivete SangaloAlinne Rosa e DJs da França, Espanha e Israel já estão confirmados na programação do evento.

“A saudade dos grandes eventos é enorme e sabemos que nosso público, que já é exigente, vai chegar com uma expectativa ainda maior em relação às edições anteriores da festa, em Morro de São Paulo e Trancoso. Estamos igualmente ansiosos e felizes com a possibilidade de retomada”, celebra José Augusto Vasconcelos, um dos sócios do Grupo San Sebastian, que precisou readequar a logística das 65 pousadas parceiras.

O acesso aos shows do San Island Weekend é apenas para os hospedes que adquirirem o pacote da festa. Mais informações podem ser encontradas no site oficial do evento.

Dramaturgo Paulo Atto lança livro sobre censura ao teatro em 1980
Dramaturgo Paulo Atto lança livro sobre censura ao teatro em 1980

O dramaturgo Paulo Atto lança nesta quarta-feira (dia 14), o livro Atto em 3 Atos & Memórias da Censura. A publicação da Editora do Teatro Popular de Ilhéus, será lançada, de forma virtual, às 19h, no canal do YouTube do Festival de Teatro da Caatinga. Em um vídeo especialmente criado para o momento, o autor irá falar sobre sua obra, formada pela trilogia de textos teatrais nos anos 1980: A Confissão, As Máquinas ou A Tragédia em Desenvolvimento e Até Delirar / O Banquete. O livro é uma espécie de inventário emotivo, histórico, dramatúrgico e artístico do período em que um grupo de atores e artistas vivenciaram a sua produção na Bahia.

“A escolha desses textos para o livro é justamente porque, por coincidência, eles são todos da década de 1980 e acontecem nesse período de transição democrática, onde a gente tem a presença e o aparato da censura. Nós tínhamos de submeter os textos de teatro a um departamento da Polícia Federal, que era a Divisão de Censura de Diversões Públicas, onde primeiro eram analisados, geralmente se levava três semanas, depois emitido um certificado de censura”, explica o dramaturgo, que apresenta alguns desses documentos no livro. “Esses textos também trazem em uma certa constância de temas como: enfrentamento, liberdade, direito ao sonho, ao delírio, a livre expressão e ao poder, sobretudo em A Confissão. Por isso, a razão desse livro ser essa trilogia da minha origem como dramaturgo, como diretor de teatro”, ressalta Paulo.

Em suas 298 páginas, a obra recorre à trilogia inicial do autor – que completa em 2021 exatos 38 anos de carreira – para recuperar e contribuir com a história do teatro de grupo na Bahia, num período que, embora em processo lento e gradual de abertura, o teatro enfrentava a censura, que em alguns momentos chegou a ser branda, mas que criava um permanente conflito dos criadores e grupos com os censores. No livro, Paulo relata um episódio em Recife (PE), em que os censores não queriam aceitar o certificado de censura da Bahia. “Eles queriam ver o espetáculo, mas chegaríamos num sábado e eles não tinham censores que trabalhassem nesse dia para ir assistir. E, apesar da gente já tem um certificado de censura da Bahia, decidiram que não iam permitir apresentação do espetáculo sem ser novamente avaliado. Foi uma situação muito complicada”, desabafa.

Além dos textos, o livro apresenta as matérias publicadas na imprensa sobre as montagens, fotos dos espetáculos, relatos do próprio autor sobre as condições de produção, processos criativos e contexto da época. Fazem parte ainda do volume uma apresentação sobre cada montagem e uma espécie de “memorial afetivo” – como o próprio dramaturgo define, composto de bilhetes deixados pelos autores, histórias de bastidores, anotações de cena, fac-símiles dos programas, cartazes, convites, folhetos e panfletos, anotações da direção, pequenas histórias, cartas, observações sobre ensaios. Na obra estão descritas, ainda, as relações do dramaturgo com o grupo Artes & Manhas do diretor Paulo Cunha, em seus processos criativos de escrita e montagem e por outro lado, o autor apresenta uma série de fatos decorrentes da conturbada relação que vivenciou com os censores e o aparato da censura no período.

“Da década de 80 para cá, a obra artística de Paulo Atto vem se desenvolvendo numa escala ascendente, crescendo em complexidade estrutural e temática, ele sempre inventando voos. Na fornada da última década, vale destacar A Conferência (2013), escrita a partir do livro As Cidades Invisíveis, de Ítalo Calvino, e Teatro La independência (2018), ambas reconhecidas e indicadas ao Prêmio Braskem de Teatro de Melhor Texto. Justos reconhecimentos a quem vem na contracorrente da massificação, em busca de um teatro pleno de inquietações, que recusa o apelo fácil, e se impõe como marca de atitude e presença no mundo“, afirma o dramaturgo Luiz Marfuz, no prefácio do livro.

Lançamento e debate sobre a censura às artes cênicas

Para o lançamento o livro Atto em 3 Atos & Memórias da Censura, nesta quarta-feira (dia 14), foram gravados em vídeo depoimentos e interpretação de trechos do livro por atores e atrizes consagrados que participaram das montagens como Hebe Alves, Frank Menezes, Andrea Elia, Selma Santos, Hamilton Lima e Rafael Magalhães. Foram também especialmente convidados a atriz Claudia di Moura e o ator Ricardo Castro, que não atuaram nas montagens, mas que eram profissionais que Paulo Atto desejava ver interpretando seus textos. Os jovens atores de Irecê, Marcos de Assis e Mozar Nunes, do Núcleo Caatinga da Cia Avatar também interpretarão textos do livro.

Já no dia 21 de julho, às 19h, será transmitido um debate, também através do YouTube do Festival de Teatro da Caatinga, sobre teatro e censura, tendo como eixo o contexto do livro Atto em 3 Atos & Memórias da Censura. Participam do debate o diretor, professor e dramaturgo Luiz Marfuz e o próprio autor do livro, Paulo Atto. O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Serviço:

O quê: Lançamento do livro Atto em 3 Atos & Memórias da Censura

Quando: quarta-feira, dia 14 de julho, às 19h

Onde: no canal do YouTube do Festival de Teatro da Caatinga

Dramaturgo Paulo Atto lança livro sobre censura ao teatro em 1980
Capa do livro (Imagem: Reprodução)

Ouça no episódio #05 do podcast Destaques da Semana, a entrevista com o dramaturgo Paulo Atto fala sobre seu livro Atto em 3 Atos & Memórias da Censura

Forró do Tico, Rode Torres e Danniel Vieira se apresentam em Salvador
Forró do Tico, Rode Torres e Danniel Vieira se apresentam em Salvador

Forró do Tico, Rode Torres, Danniel Vieira, André e Mauro, Gelasamba, Água Fresca e Isqueminha são as atrações musicais desta semana na Nossa Vila, em Salvador. Idealizada pela Oquei Entretenimento, a vila gastronômica e com temática junina foi montada temporariamente no heliponto do Clube Espanhol, em Ondina, orla da capital baiana.

A programação musical, permitida após a flexibilização das medidas restritivas contra a pandemia de Covid-19, será aberta com o pocket show da dupla André e Mauro, nesta quarta-feira (dia 14), às 19h. Já na quinta-feira (dia 15), às 19h, será a vez do cantor Rode Torres animar o público presente no espaço. Também às 19h, só que na sexta-feira (dia 16), o cantor Danniel Vieira leva seu repertório sertanejo para a Nossa Vila.

As apresentações musicais seguem no fim de semana, com Água Fresca, às 15h, e o Forró do Tico, às 18h, ambos no sábado (dia 17). No domingo (dia 18), às 15h, o Gelasamba abre a programação musical da Nossa Vila. Às 18h, o cantor Gabriel Levy, da banda Isqueminha, encerra o fim de semana. A Nossa Vila funciona as quartas e quintas-feiras, a partir das 17h, e sexta, sábado e domingo a partir do meio dia, seguindo os protocolos de segurança contra a Covid-19.

Serviço:

O quê: Pockets shows na Nossa Vila

Onde: Heliponto do Clube Espanhol (Av. Oceânica, 1.404, Ondina)

Quando: quartas e quintas-feiras, a partir das 17h, e sexta, sábado e domingo a partir das 12h

Julho das Pretas debate ligações entre história da escravidão e literatura de mulheres negras
Julho das Pretas debate ligações entre história da escravidão e literatura de mulheres negras

Interfaces contemporâneas entre história da escravidão e literatura de mulheres negras. Esse é um dos temas que estarão em debate na programação do Julho das Pretas, nesta quarta-feira (dia 14). Participam do debate a jornalista e escritora Eliana Alves Cruz, autora do romance Água de barrela e a doutora em Teorias e Crítica da Literatura e da Cultura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e professora Adjunta do Instituto de Letras da UFBA, Denise Carrascosa. O evento terá mediação da doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP) e professora do colegiado de História da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Luciana da Cruz Brito. O debate será transmitido às 19h, pelo canal da TV UFRB no YouTube.

Este ano, o Julho das Pretas tem com o tema Para o Brasil genocida Mulheres Negras apontam a solução. A 9ª edição da ação tem como finalidade denunciar as diversas formas de genocídio da população negra e mostrar como as mulheres negras têm se organizado em todas as esferas da sociedade, apontando soluções para o país, a partir da luta antirracista, antipatriarcal e pelo bem viver. Até o dia 31 estão previstas 322 atividades em todo o Brasil, que estão sendo realizadas por grupos, coletivos, associações e instituições acadêmicas e religiosas, sempre sob o protagonismo de mulheres negras.

Ainda por conta da pandemia, as atividades do Julho das Pretas, acontecem em formato digital e podem ser conferidas no site Instituto Odara, e diariamente na página no Instagram @julho_das_pretas. Entre as diversas temáticas que serão abordadas pelas mulheres no Julho das Pretas estão temas como: participação política, violências, segurança digital, espiritualidade, protagonismo das mulheres na academia, marketing, saúde mental, empreendedorismo, dentre outros. Confira aqui a programação completa da 9ª Edição do Julho das Pretas.

Serviço:

O quê: 9ª Edição do Julho das Pretas – Debate Interfaces contemporâneas entre história da escravidão e literatura de mulheres negras

Quando: quarta-feira, dia 14 de julho, às 19h

Onde: No canal da TV UFRB no YouTube

"As Guardiãs", título da obra da artista Stella Bosini, instalada no Edifício Serra da Raíz, na Rua da Grécia
TCA e OSBA promovem campanha solidária em prol da população de rua

O Teatro Castro Alves (TCA) e a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) iniciam, nesta segunda-feira (dia 12), uma campanha solidária em prol do Movimento Nacional da População de Rua – Bahia (MNPR-BA). O objetivo da ação promovida pela Associação Amigos do Teatro Castro Alves (ATCA) é arrecadar máscaras PFF2 e alimentos não perecíveis para pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa receberá as doações até o dia 23 de julho, sempre de segunda a sexta, das 9h às 17h, via drive thru, no TCA, em Salvador.

O roteiro do drive thru terá início na rampa da bilheteria do TCA, no bairro do Campo Grande, e saída pela Travessa Corneta Lopes, em cuja esquina fica a Igreja Batista Sião. O encerramento das coletas acontecerá no dia 24 de julho (sábado), quando os integrantes das OSBA estarão mobilizados para receber as doações entre 9h às 12h. A campanha foi lançada oficialmente no Dois de Julho, com o vídeo Corrente Sinfônica, unindo arte e compromisso social. Celebrando a Independência da Bahia, data com simbolismo de transformação e força para o povo baiano, o Teatro Castro Alves e um dos seus corpos artísticos se engajam nas demandas sociais da pandemia de Covid-19.

Para Rose Lima, diretora artística do TCA, o maior e mais importante equipamento cultural da Bahia está sempre buscando formas de se conectar com as questões deste tempo, compreendendo a ideia de cultura de modo amplo e como indissociável dos temas sociais. “O TCA e seus corpos artísticos estão preocupados em promover colaborações, parcerias, correspondendo aos seus papéis de instituições públicas que buscam a promoção da cultura e formas de conectar a população baiana”, afirma.

O Movimento Nacional da População de Rua, surgido em 2005, tem forte representatividade na luta pelos direitos de pessoas em situação de rua na Bahia. Desse modo, esta campanha visa ampliar o alcance do significativo trabalho desenvolvido pelo MNPR, numa ação que agregue mais pessoas à causa. Os dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), de março de 2020, apontavam que 222 mil brasileiros viviam em situação de rua. Os números de junho do mesmo ano já indicavam um crescimento neste já expressivo quantitativo.

No vídeo Corrente Sinfônica, o maestro da Orquestra Sinfônica da Bahia Carlos Prazeres conta detalhes da campanha e os músicos interpretam solos do Hino ao Dois de Julho, composição de Ladislau dos Santos Titara e José dos Santos Barreto. Desde 2010, este é o hino oficial da Bahia. O lançamento honra o espírito emancipatório desta festa cívica baiana, celebrando o poder da união do seu povo para grandes conquistas.