O cantor e compositor Magary Lord participa da Amostra Primaverão, evento beneficente realizado neste sábado e domingo (dias 27 e 28), pela Paróquia Ascensão do Senhor, localizada no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.
Este ano, o evento recebeu esse nome por ser uma versão menor do Festival Primaverão, devido às restrições da pandemia da Covid-19. Aos valores arrecadados serão revertidas para as ações realizadas pela paróquia, que em breve vai construir o Centro Comunitário Monsenhor José Hamilton, no bairro de Sussuarana, na capital baiana.
“A Amostra Primaverão é uma oportunidade de viver a solidariedade. Um momento da família, ao ar livre, para manter o apoio a mais de 300 migrantes, 40 famílias de jovens em situação de vulnerabilidade, que fazem parte do Coral Aponte e 30 empreendedores populares que fazem parte do Projeto de Economia Solidária”, afirma padre Manoel de Oliveira Filho.
No sábado (dia 27), Fernanda Vieira, Pablo Moura e convidados animarão a noite com o som do sertanejo universitário. Já no domingo (dia 28), a música fica por conta do Samba de Lico e Magary Lord. Além das atrações artísticas, a Amostra Primaverão terá barracas de gastronomia e a presença do Brechó do Bem.
Os recursos arrecadados no evento servirão para a construção do Centro Comunitário Monsenhor José Hamilton, no bairro de Sussuarana – Foto: Perspectiva
Serviço:
O quê: evento Amostra Primaverão 2021com shows de Fernanda Vieira, Pablo Moura e convidados (sábado) e Samba de Lico e Magary Lord (domingo)
Onde: Estacionamento da Paróquia Ascensão do Senhor (Terceira Avenida do Centro Administrativo da Bahia – CAB, Sussuarana, Salvador-BA)
Quando: sábado (dia 27), das 19h às 23h e domingo (dia 28), das 12h às 18h
Quanto: R$ 80 (mesas de 4 lugares) e R$ 120 (mesas de 6 lugares) a venda pelos telefones (71) 99999-5420 (Marcelo) / (71) 99912-3460 (Rosana)
A jornalista, escritora e roteirista, Márcia Cordeiro Moreira, lança o livro Vida+Leve, nesta quinta-feira (dia 25), das 16h30 às 20h30, no Palacete das Artes, em Salvador. São 20 textos escritos a partir de uma experiencial pessoal de abuso emocional e que propõem uma reflexão sobre como manter a leveza dentro de nós face às muitas tarefas e o estresse que enfrentamos no dia a dia; diante das cobranças da “vida perfeita” feitas, principalmente, pelas redes sociais.
“Este livro nasceu, principalmente, da minha vontade de falar de um período muito difícil da minha vida em que tive de enfrentar o isolamento, o deboche, o abuso emocional. São reflexões que tive de fazer, na época, para retomar meu equilíbrio emocional e que, agora, estou propondo a outras pessoas através desses textos”, explica Márcia Moreira. “Não estou ditando verdades, mas compartilhando aprendizados”, define.
O livroVida+Leve está subdividido em quatro capítulos: Compreender; Aceitar; Mentalizar e Praticar. O primeiro está relacionado a percepção de nossos limites, de nossas falhas. O segundo capítulo fala sobre autoestima e paz consigo mesmo. O terceiro capítulo aborda temas como estabelecer objetivos e a importância do perdão. O último capítulo traz a relevância de práticas como escutar, silenciar e celebrar. Confira, abaixo, entrevista exclusiva com a jornalista e escritora.
Novo selo
O livro Vida+Leve foi publicado pelo selo Bora Publicar, novo braço literário da editora P55. Na ocasião também será lançado o livro de poemas, minicontos e textos, Respirando Letras, de Gustavo Gordilho. “O título é uma brincadeira com o ato de respirar fundo, como algo necessário para se viver”, afirma o autor, que está fazendo sua estreia no mundo literário.
O evento de lançamento dos livros Vida+Leve(R$35) e Respirando Letras (R$40) será área aberta, dentro dos protocolos de segurança necessários por conta da pandemia. Além da versão impressa, ambas as publicações ganham versão digital e podem ser adquiridas no site p55.com.br e, em breve, na Amazon. O lançamento do livro conta com apoio do Palacete das Artes, equipamento cultural do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), vinculado a Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Confira entrevista exclusiva com a jornalista, escritora e roteirista, Márcia Cordeiro sobre o livro Lida + Leve:
1) Como surgiu a ideia de reunir esses 20 textos nesta publicação? A pandemia lhe influenciou de alguma forma na produção do livro?
Márcia Moreira – São 20 textos que comecei a escrever a partir de uma experiência muito ruim morando numa cidade fora de Salvador. Passei pelo que as pessoas chamam de ‘tentativa de cancelamento’ ou ‘abuso emocional’ por parte de um grupo de pessoas. Durante quase um ano e meio me senti muito isolada, não tinha todo o suporte emocional, afetivo de amigos, de família que eu tenho. Essa experiência negativa me desestruturou de uma forma que nunca tive na vida e percebi que estava realmente fora do eixo, fora do meu equilíbrio. Então, comecei a buscar coisas que me trouxessem de volta esse equilíbrio. Eu comecei a fazer meditação, a ler textos, descobrir o ho’oponopono, e a fazer várias coisas que me trouxessem de volta a minha paz interior. Isso tudo aconteceu antes da pandemia, então durante a pandemia essa sensação de exclusão, de isolamento, só piorou um pouco. Quando voltei para Salvador, eu senti vontade de escrever sobre esse experiência, mas não no sentido biográfico de falar ‘tal dia aconteceu isso’. Eu quis falar sobre a minha experiência de buscar esse equilíbrio, de buscar esse autoconhecimento, porque comecei a fazer realmente uma revisão, pensando na minha vida, revisar várias coisas, revisar meus valores, me questionar porque também a opinião daquelas pessoas estava me incomodando tanto. Então, eu comecei a escrever um pouco dessa experiência e assim nasceu esse livro Vida + Leve. Comecei a escrever esses textos e assim nasceu o livro com essa ideia de falar desse processo de busca, de autoconhecimento, de equilíbrio, porque muitas vezes a gente acaba percebendo, e entendi isso nesse processo de aprendizado, que às vezes tem coisas que tiram a gente do sério não pela situação em si, mas pela forma como a gente encara e lida com essa situação.
2) Na frase de introdução do livro você fala que as redes sociais “preconizam que a vida deve ser um eterno parque de diversões: só alegrias. Mas a vida adulta inclui muitos outros elementos …”. Como seu livro pode ajudar na aceitação de que “fora dos stories” podemos ter nossos momentos ruins?
Márcia Moreira – Hoje a gente vive o mundo virtual de forma tão intensa que a gente acaba muitas vezes se desconectando da realidade e a realidade é o que eu falo, não é um sorriso de selfie. Ninguém passa 24 horas do dia sorrindo, encantado e feliz. Isso não é humano, isso não faz parte da realidade de ninguém. Então, a primeira coisa é a gente aprender isso. O livro está dividido em quatro capítulos: Compreender, Aceitar, Mentalizar e Praticar e em cada um desses capítulos eu trago cinco textos que falam de coisas diversas, como: você ficar em paz consigo mesmo, sua autoestima, eu falo sobre sonhos, sobre rir de se mesmo, fala sobre manter objetivos que sejam realizáveis. É um processo realmente de aprendizado, porque quando eu falo de vida mais leve, não é no sentido de você achar que tudo vai ficar lindo, tapar o sol com a peneira e dizer ‘não, só vou ver as coisas boas da vida’, ‘vou achar que tudo é ótimo’, ‘só vibrar positivamente’. Muito pelo contrário, é você se manter consciente a respeito do que está acontecendo ao seu redor e de como está a sua vida, o país, o mundo que a gente vive hoje com essa pandemia, que não tá fácil para ninguém e, ainda assim, você conseguiu se manter em paz e em equilíbrio. Não estou trazendo ensinamentos de lições de vida, não são 20 passos para ter uma vida tranquila. Não é isso. A minha proposta é que esses 20 textos proponham uma reflexão para que as pessoas, cada uma dentro do seu caminho, dentro das suas possibilidades, encontrem sua própria paz interior e consigam desenvolver esse olhar de leveza em relação ao seu dia a dia.
3) Como sua experiência pessoal pode ajudar os leitores?
Márcia Moreira – Eu espero, realmente, que esse livro possa indicar caminhos. Eu não estou propondo ensinamentos, estou compartilhando aprendizados. Eu espero que essas coisas que aprendi, que refleti, que realmente me ajudaram a encontrar meu equilíbrio, possam também, de alguma forma, ajudar outras pessoas. Eu vou, inclusive, ler um trecho de um texto do livro, que se chama Gratidão. ‘A gratidão não está associada a grandes momentos, mas a todos os momentos. Agradecer sempre por um dia de sol, por um dia de chuva, por uma música que toca nosso coração, por um filme que nos faz chorar, por uma comida gostosa, por um sorriso espontâneo, um abraço acolhedor. Ser grata pela vida e por tudo que dela emana. Essa prática nos ajuda a desenvolver um olhar mais generoso em relação ao nosso dia a dia‘.
4) O livro Vida + Leve está sendo publicado pelo selo Bora Publicar, da editora P55. Como você vê o mercado editorial para novos autores?
Márcia Moreira – Eu percebo que existe uma demanda muito grande de pessoas que escrevem, que se expressam através da escrita, seja por poemas, seja por contos, seja por textos mesmo variados e que querem publicar e às vezes não conseguem ter acesso a editoras. Então, primeiro eu sugiro que quem estiver pensando em publicar alguma coisa que procure editoras baianas. Nós temos várias editoras baianas no mercado. Eu já sou parceira da P55 já há algum tempo e esse é meu segundo livro que publico com eles. Dessa vez do selo ‘Bora Publicar’, mas já publiquei antes um livro de contos e poesias chamado As muitas mulheres em mim. Esse selo chega com a proposta diferenciada, que é justamente para quem já tem textos prontos e que está buscando uma forma de publicar de maneira mais rápida e menos burocrática e a Bora Publicar nasce, exatamente, com esse intuito, de fazer essa ponte entre o autor e os leitores.
5) Agora que este filho já está no mundo, há planos para uma nova publicação?
Márcia Moreira – Depois do Vida + Leve já estou escrevendo outro livro que tem a ver com essa experiência de situação de isolamento, de exclusão, e que são contos que eu comecei a escrever. Todos os contos tem como fio condutor o silêncio. O silêncio é o tema que perpassa todos esses contos. E já estou com uma ideia também de escrever um novo livro dentro dessa linha do Vida + Leve, de textos para falar sobre contemplação que é uma coisa que eu acho importantíssima no nosso dia a dia e que, muitas vezes, a gente deixa de fazer, deixa de praticar.
Serviço:
O quê: Lançamento dos livros Vida+Leve, de Márcia Cordeiro Moreira e Respirando Letras, de Gustavo Gordilho
Quando: quinta-feira (dia 25), das 16h30 às 20h30
Onde: Palacete das Artes (Rua da Graça, 284, Graça, Salvador-BA)
As mulheres escritoras e poetas do Movimento Exploesia retomam suas atividades presenciais, regadas à música e poesia autoral do grupo. No segundo encontro após um longo recesso devido ao contexto pandêmico, o coletivo se reúne nesta quinta-feira (dia 25), a partir das 19h, na Fratello Pizzaria, no bairro da Graça, em Salvador. O público poderá desfrutar da apresentação do poema Tabacaria, de Fernando Pessoa (1888-1935), que será declamado pela poeta Vitória Régia.
As escritoras Vitória Régia e Dilu Machado criaram em janeiro de 2015 o Movimento Exploesia para acolher, revelar e dar voz à poesia autoral produzida por mulheres baianas, que encontram barreiras para trazer à tona seus talentos. Exploesia quer dizer explosão de poesias, mas as apresentações do grupo dialogam com outras linguagens artísticas como a música e a expressão corporal.
O grupo realiza eventos mensais em cafés e restaurantes, para mostrar que a poesia está pulsante e dialoga com variadas artes. A intenção é que as mulheres tragam a público suas produções literárias e que não fiquem no anonimato, como a falecida poeta Clotilde Sampaio, mentora do movimento. Atualmente o Movimento Exploesia totalizam 40 poetas, integradas ao longo das 63 edições realizadas até março de 2020.
As escritoras também se apresentam em hospitais, escolas, abrigos e feiras literárias, como a Festa Literária Internacional do Pelourinho – FLIPELÔ deste ano. Em 2019, elas montaram um espetáculo no Café-Teatro Rubi, na capital baiana. Desde o início da pandemia, realizaram mais de cem lives incluindo a primeira edição da Feira Literária Internacional do Movimento Exploesia – Fliexplô, num intercambio com poetas de Portugal.
Serviço:
O quê: Encontro do Movimento Exploesia
Quando: quinta-feira (dia 25), a partir das 19h
Onde: Fratello Pizzaria (Rua da Paz, nº 2, Graça, Salvador-BA)
O Centro Histórico de Salvador passará a contar com um novo ponto turístico na próxima quarta-feira, dia 1º de dezembro, com a inauguração do Museu do Mar Aleixo Belov. Localizado em um casarão amarelo de três andares no Largo do Santo Antônio Além do Carmo, que mistura arquitetura clássica com moderna, o equipamento guarda relíquias adquiridas pelo velejador Aleixo Belov durante suas cinco viagens ao redor do mundo, sendo três delas em solitário no veleiro Três Marias. Essa embarcação, que foi construída pelo próprio comandante em 1976, inclusive, é o pilar central do museu.
A cerimônia de inauguração acontecerá às 18h e contará com a presença de autoridades. O equipamento será aberto ao público no dia seguinte (2 de dezembro), das 10h às 18h, funcionando sempre de terça a domingo. O ingresso para ter acesso ao local custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Crianças de até 5 anos não pagam. As quartas-feiras a entrada será gratuita.
O Museu do Mar foi idealizado por Belov, que começou a sonhar com o espaço cultural em 2018. Desde então, ele veio selecionando as peças que estarão à disposição do público que quiser conhecer mais sobre a navegação e outras culturas. Dentre elas, relíquias trazidas da Polinésia, da Austrália, da Índia e de alguns países africanos.
“Todos nós vamos morrer um dia, mas não queria que meu acervo se perdesse. Por isso, nasceu a ideia de ter o Museu do Mar. Ele vai servir para quem quer aprender a navegar e amar o mar”, salienta Belov, que revela: “Tudo que usei para dar as voltas ao mundo está no museu, como o veleiro ‘Três Marias’, as cartas náuticas e os aparelhos de navegação”. Ele pontua também que o público terá uma experiência única ao visitar o equipamento, que é o primeiro do gênero na cidade.
Ao todo, o espaço cultural tem 540 metros quadrados de exposição permanente, com o legado de Belov, e 110 metros quadrados para exposições temporárias, além de uma cafeteria na área interna do museu e de um restaurante na esquina do equipamento, com uma belíssima vista para a Baía de Todos-os-Santos. O projeto museológico, que inclui uma sala de projeção de filmes, é assinado por Heloísa Helena Costa. Já o arquitetônico ficou sob responsabilidade de Joaquim Gonçalves.
Aleixo Belov
Nascido na Ucrânia, o comandante Aleixo Belov veio ao Brasil ainda criança com os pais, que fugiam da Segunda Guerra Mundial. Por aqui, escolheram a Bahia como novo lar. Criado tendo a Baía de Todos-os-Santos como inspiração, Belov se encantou pela navegação. Tanto que, na juventude, já fazia viagens pelos oceanos acompanhando outros velejadores renomados, como narra no livro “Minhas viagens com outros comandantes”, lançado em setembro deste ano.
Com o conhecimento adquirido, começou a navegar pelo mundo, com o veleiro “Três Marias”, com o qual deu três voltas ao mundo: só ele e os oceanos. Por conta desse feito, ganhou um diploma da Marinha do Brasil por ter sido o primeiro a dar uma volta ao mundo sozinho em uma embarcação com a bandeira brasileira.
Mas não parou por aí. O comandante, que recebeu o título de Cidadão Soteropolitano em outubro deste ano, queria também compartilhar esse conhecimento com as novas gerações. Para isso, construiu o veleiro-escola “Fraternidade” e convidou tripulantes, com idade entre 18 e 30 anos, para compreender as lições do mar.
Todas essas experiências renderam outros oito livros escritos por Belov e que narram o ofício do mar e as histórias dos povos que conheceu durante as voltas ao planeta. As obras também estarão disponíveis no Museu do Mar.
Serviço:
O quê: Inauguração do Museu do Mar Aleixo Belov
Quando: inauguração dia 1º de dezembro, às 18h, só para convidados. O Museu do Mar será aberto ao grande público nesta quinta-feira, 2, com ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Criança de até 5 anos não paga. Às quartas, a entrada será gratuita
Onde: Casarão amarelo no Largo do Santo Antônio Além do Carmo, nº 3, no Centro Histórico de Salvador
Parte do acervo que estará exposto no Museu do Mar Aleixo Belov – Foto: Luciano Trink
O Museu guarda relíquias adquiridas pelo velejador Aleixo Belov durante suas cinco viagens ao redor do mundo – Foto: Luciano Trink
O espaço tem 540 m² de exposição permanente, com o legado de Belov, e 110 m² para exposições temporárias – Foto: Luciano Trink
A cantora Alcione e o cantor WD, participante do The Voice Brasil, se juntam a Carlinhos Brown, Larissa Luz e Criolo em show que reverencia a Consciência Negra, em Salvador. A atriz e cantora Jéssica Ellen e a Banda Didá completam a lista de atrações do espetáculo Encontros Tropicais: Frequências do Gueto, que acontece nesta sexta-feira (dia 26), a partir das 19h30, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves. Os ingressos gratuitos, limitados a 800 pares, podem ser resgatados no site oficial do evento, até às 14h do dia 24/11, dividido em três etapas (pré-cadastro, confirmação através do link enviado por e-mail para reserva dos ingressos e envio de QR Code por e-mail para as 800 primeiras pessoas que cumpriram a segunda etapa). O evento também será transmitido ao vivo no canal da Devassa no YouTube.
Produzido pelo DJ baiano Rafa Dias, do grupo Àttøøxxá, em cocriação com Brown e Larissa, o show celebrará os ritmos originários dos guetos que inspiraram uma música inédita da marca na série de Devassa Criatividade Tropical: Abre as Portas para o Gueto cocriada pela cantora IZA e jovens talentos das periferias brasileiras. No espetáculo desta sexta (26), a atriz Nara Gil dará vida à apresentadora de rádio DJ Afroblack, em alusão à sua famosa personagem DJ Black Boy na novela Armação Ilimitada(1985-1988), para narrar os três blocos temáticos do espetáculo, com releituras de hinos nacionais.
O ponto de partida de Encontros Tropicais: Frequências do Gueto é o samba, ritmo que nasceu marginalizado, já foi proibido e desde sempre retrata a realidade das periferias trazendo em suas letras cheias de suingue e malemolência a mensagem de resistência – que segue fazendo escola no rap e no funk atuais. Nesse bloco, sambas clássicos de Dona Ivone Lara e Leci Brandão ganham texturas tropicalizadas nas vozes da artista convidada Alcione e dos anfitriões Carlinhos, Larissa e Rafa, com a batucada que balança o gueto desde o início do século.
O segundo ato do show abre espaço para a Black Music dos anos 1970 e 1980, com o soul, a disco e a tecnologia eletrônica invadindo as pistas de dança no Brasil. O momento baile, com o protagonismo da dança, refletirá sobre como num momento de grande repressão e autoritarismo a criatividade tropical consegue se reinventar no gueto, e um movimento de orgulho e exaltação da cultura negra ganha forma – dando origem inclusive ao Dia da Consciência Negra, data criada pelo Movimento Negro na década de 1970. Os convidados WD e Jéssica Ellen se une aos anfitriões Carlinhos, Larissa e Rafa para revisitar sucessos de Cassiano, Tim Maia e Jorge Ben Jor.
O terceiro e último bloco do espetáculo chega aos anos 1990, quando a herança rítmica da música de pista tropicaliza a raiz ancestral para criar novas sonoridades. É a atualidade, a profusão de ritmos, do funk carioca ao pagodão, do rap, ao trap e ao afrobeats que explode atualmente nas periferias. É a nova história da música popular brasileira que continua nascendo e resistindo nos guetos. Nesse ato, os convidados Criolo, WD e Banda Didá e os anfitriões Carlinhos, Larissa e Rafa dividem os vocais com talentos de periferias brasileiras descobertos na série Criatividade Tropical: Abre as Portas para o Gueto.
Encontros Tropicais: Frequências do Gueto será realizado a partir do avanço da vacinação contra a Covid-19 em Salvador. O evento segue os protocolos de segurança do município, do Estado da Bahia e da Organização Mundial da Saúde: fluxo de 1.600 pessoas sentadas na plateia ao ar livre e com distanciamento. O espetáculo também exigirá apresentação do comprovante vacinal e a aferição de temperatura do público, além de oferecer infraestrutura para sanitização.
Serviço:
O quê: Show Encontros Tropicais: Frequências do Gueto com Carlinhos Brown, Larissa Luz e Criolo
Quando: sexta-feira (dia 26), a partir das 18h (abertura dos portões)
Onde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves (Praça Dois de Julho, s/n, Campo Grande, Salvador) e transmissão ao vivo pelo canal no YouTube de Devassa
Quanto: pares de ingressos gratuitos e intransferíveis (800 pares). Pré-cadastro no site oficial do evento até às 14h do dia 24/11/2021. Em cumprimento ao protocolo pandêmico do Estado da Bahia, para acesso ao local do evento é obrigatório a apresentação do comprovante das duas doses vacinação contra COVID-19 ou o comprovante de uma dose da vacina mais apresentação do resultado negativo do teste RT-PCR feito em até 48 horas. O comprovante pode ser físico ou digital (disponível nos aplicativo Conecte SUS).
Classificação etária: 18 anos
Carlinhos Brown e Larissa dividirão os vocais no espetáculo com músicos nacionais. Foto: Bruno Ryfer
O cantor Criolo participa do show “Encontros Tropicais: Frequências do Gueto”. Foto: Divulgação
A cantora Larissa Luz é uma das co-criadoras do evento – Foto: Caio Lirio
O cantor WD, participante do The Voice Brasil, integra o time de artistas do show desta sexta-feira (dia 26) – Foto: Divulgação
Alcione se junta a Brown, Criolo e Larissa Luz no show que celebra a Consciência Negra – Foto: Divulgação
A Arena Fonte Nova vai voltar a sediar grandes eventos internacionais e confirma o show da banda norueguesa A-Ha, no dia 12 março de 2022, em Salvador. A apresentação faz parte da turnê mundial que celebra o aniversário de 35 anos do álbum de estreia, Hunting High And Low. Considerado um dos mais importantes discos da história da música pop, o álbum, que é tocado integralmente nos shows da turnê, apresentou ao mundo hits atemporais como Take On Me, The Sun Always Shines On TV, Train Of Thought e, claro, Hunting High And Low. A venda de ingressos será a partir de 25 de novembro, através do site www.livepass.com.br. O evento será realizado obedecendo todos os protocolos vigentes de biossegurança das autoridades sanitárias
Adiada por causa da pandemia, a turnê recebeu críticas entusiasmadas da imprensa e aclamação do público por onde passou. No Brasil, o A-Ha irá se apresentar também em Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, com realização da Move Concerts e patrocínio da Black Princess e TNT Energy. Para Alexandre Gonzaga, diretor de Marketing da Arena, a Fonte Nova sempre busca trazer shows de artistas e bandas consagradas nacional e internacionalmente. “Com isso, cada vez mais, a Bahia se consolida como destino dessas atrações na região Nordeste e se insere definitivamente na rota do show business mundial”, afirma.
História de Sucesso – O álbum Hunting High And Lowé considerado hoje um dos mais importantes álbuns da história da música pop e o A-HA é uma das bandas mais celebradas por sua brilhante carreira desde os anos 80. Formado pelo cantor Morten Harket, pelo tecladista Magne Furuholmen e pelo guitarrista Pål Waaktaar-Savoy, lançou nove álbuns de estúdio e 40 singles, totalizando mais de 60 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, influenciou gerações de novos artistas e continua se apresentando regularmente com sua formação original em estádios e festivais. A produção da turnê no Brasil é uma realização da Move Concerts.
Serviço:
O quê: A-HA – TurnêHunting High And Low
Onde: Arena Fonte Nova (Dique do Tororó, Salvador-Ba)
Setenta atores estarão em cena no espetáculo Navio Negreiro dos Tempos Atuais, que será apresentado em Salvador, neste sábado, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. A data foi instituída em 2003 e marca o dia da morte de Zumbi dos Palmares (1655-1695), líder do Quilombo dos Palmares, o de maior relevância histórica. A peça, que terá sessão única às 16h, na Praça da Cruz Caída, no Centro Histórico de Salvador, faz uma correlação do período da escravidão no Brasil com temas atuais, como: genocídio, feminicídio, intolerância religiosa e LGBTfobia.
O espetáculo é uma realização do projeto social Focus, estratégia de inclusão, protagonismo e autoestima de jovens negros da periferia por meio das artes. “O objetivo é trazer nossos ancestrais em pauta e fazer com que os nossos jovens, homens e mulher de hoje entendam quem éramos e o que vivemos nesses dias atuais. O Navio Negreiro se encarrega desse manifesto de sensibilidade, de entendimento, de afeto e de acolhimento, além de apresentar para a juventude que existem outros meios, outros alcances”, explica Jonas Bueno, idealizador e diretor do projeto, que já tem cinco anos.
Jonas Bueno assina a direção do espetáculo, que tem roteiro colaborativo e a participação de outras 15 pessoas na equipe de produção. Para essa apresentação foram dois meses de ensaios remotos e presenciais. A produção de Navio Negreiro dos Tempos Atuais pede que o público marque presença com trajes brancos, apresente cartão de vacinação e use máscara. Os ingressos custam R$ 15. O projeto tem apoio da Casa Pia de São Joaquim, que cedeu um casarão pertencente ao seu patrimônio para ser sede da Focus.
Serviço:
O quê: Espetáculo Navio Negreiro dos Tempos Atuais
Quando: sábado (dia 20), às 16h
Onde: Praça da Cruz Caída, no Centro Histórico de Salvador
Quanto: ingresso a R$ 15
Setenta atores estarão em cena no espetáculo “Navio Negreiro dos Tempos Atuais” – Foto: Jordan Vilas boas
A Praça da Cruz Caída, no Centro Histórico de Salvador, será palco do espetáculo – Foto: Bernard Barroso
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