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Carlinhos Brown, Larissa Luz e Criolo celebram Consciência Negra com show gratuito em Salvador
Carlinhos Brown, Larissa Luz e Criolo celebram Consciência Negra com show gratuito em Salvador

Carlinhos Brown, Larissa Luz e Criolo celebram a Consciência Negra no show gratuito Encontros Tropicais: Frequências do Gueto, em Salvador. O evento acontece na sexta-feira (dia 26), a partir das 19h30, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves. Os ingressos gratuitos, limitados a 800 pares, podem ser resgatados no site oficial do evento, a partir de 20 de novembro, dividido em três etapas (pré-cadastro, confirmação através do link enviado por e-mail para reserva dos ingressos e envio de QR Code por e-mail para as 800 primeiras pessoas que cumpriram a segunda etapa).

Produzido pelo DJ baiano Rafa Dias, do grupo Àttøøxxá, em co-criação com Brown e Larissa, o espetáculo celebrará a música negra originária na periferia que se consolidou como a identidade cultural do Brasil. Três blocos temáticos trarão releituras de hinos de diferentes movimentos musicais, que refletem a resistência, a luta pela inclusão social, o combate ao racismo e a pulsante criatividade dos guetos.

Carlinhos e Larissa também dividirão os vocais no espetáculo com músicos nacionais. Os detalhes sobre o repertório ainda serão divulgados. Encontros Tropicais: Frequências do Gueto será realizado a partir do avanço da vacinação contra a Covid-19 em Salvador. O evento segue os protocolos de segurança do município, do Estado da Bahia e da Organização Mundial da Saúde: fluxo de 1.600 pessoas sentadas na plateia ao ar livre e com distanciamento. O espetáculo também exigirá apresentação do comprovante vacinal e a aferição de temperatura do público, além de oferecer infraestrutura para sanitização.

O show, promovido pela cervejaria Devassa, é idealizado e produzido pela Atenas Comunicação, com direção artística de Coy Freitas e Elisio Lopes, coreografia do Zebrinha, conteúdo artístico Bruno Zambelli, conteúdo estratégico digital HNK Lab e mídia digital da iProspect (Red Star).

Serviço:

O quê: Show Encontros Tropicais: Frequências do Gueto com Carlinhos Brown, Larissa Luz e Criolo

Quando: sexta-feira (dia 26), a partir das 18h (abertura dos portões)

Onde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves (Praça Dois de Julho, s/n, Campo Grande, Salvador)

Quanto: pares de ingressos gratuitos e intransferíveis (800 pares). Pré-cadastro no site oficial do evento de 00h do dia 20/11 até às 14h do dia 24/11/2021. Em cumprimento ao protocolo pandêmico do Estado da Bahia, para acesso ao local do evento é obrigatório a apresentação do comprovante das duas doses vacinação contra COVID-19 ou o comprovante de uma dose da vacina mais apresentação do resultado negativo do teste RT-PCR feito em até 48 horas. O comprovante pode ser físico ou digital (disponível nos aplicativo Conecte SUS).

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Jornalista Marcos Uzel lança o livro "Nilda: a dama e o tempo", biografia da atriz baiana Nilda Spencer -Foto: Graça Machado
Jornalista Marcos Uzel lança o livro “Nilda: a dama e o tempo”, biografia da atriz baiana Nilda Spencer

A vida e a arte da atriz Nilda Spencer (1923-2008), a grande dama do teatro baiano, é o tema do livro Nilda: a dama e o tempo, que o jornalista Marcos Uzel lança durante a edição 2021 da Festa Literária Internacional do Pelourinho (FLIPELÔ). O lançamento presencial, seguindo todos os protocolos de segurança contra a Covid-19, será nesta quinta-feira (dia 18), às 19h, na Igreja São Pedro dos Clérigos, no Terreiro de Jesus, Centro Histórico de Salvador. A biografia, com prefácio assinado pela dramaturga, poeta e contista Cleise Furtado Mendes, é o primeiro grande evento de celebração dos 100 anos de nascimento de Nilda Spencer, completados em 2023.

“Nilda foi uma das primeiras atrizes a fazer teatro profissional em Salvador. Me interessava muito contar a trajetória de vida desta mulher que foi fazer teatro na Bahia nos anos de 1950 e praticamente trabalhou até o fim da vida”, afirma Marcos Uzel. O jornalista, escritor e professor é um dos mais atuantes pesquisadores da memória das artes cênicas na Bahia. Ele é autor das obras O Teatro do Bando (2003), A Noite do Teatro Baiano (2010), Guerreiras do Cabaré (2012) e um dos organizadores da coletânea Poéticas de Marcio Meirelles (2020).

Além do farto acervo documental, a obra Nilda: a dama e o tempo valoriza o testemunho de 57 pessoas, que contam a história da mulher de sociedade que se impôs diante da província conservadora da Bahia dos anos 1950, virou uma atriz respeitável e atravessou décadas sendo reverenciada como a rainha dos artistas, a musa dos boêmios, a madrinha dos gays, a dama do teatro. Encadear todo esse farto material foi o grande desafio para Marcos Uzel, que usou sua experiência jornalística para alinhavar os testemunhos com o contexto histórico da época.

“Foi bem complexo conectar esses relatos, fazer as costuras nas narrativas com as contextualizações históricas da Bahia, porque eu precisava situar Nilda no tempo, numa cultura, numa cidade. É muito difícil contar a história de uma pessoa, ainda mais de uma pessoa que viveu 85 anos do jeito que ela viveu, tão intensamente”, garante o escritor. Dentre os entrevistados, estão nomes como Maria Bethânia, Gilberto Gil, Othon Bastos, Antonio Pitanga, José Carlos Capinan, Harildo Déda, Helena Ignez, Yumara Rodrigues, Bruno Barreto, Marcio Meirelles, Luiz Carlos Vasconcelos e José Possi Neto.

A infância e juventude de Nilda, a paixão por Hollywood, a relação conjugal, os grandes trabalhos no teatro e no cinema, as experiências artísticas com o underground, a vida de socialite nas rodas da elite baiana, ao mesmo tempo em que se mostrou como uma figura boêmia que desfrutou da noite, dos ambientes libertários e marginalizados, são alguns dos temas pelos quais Marcos Uzel passeia nessa aguardada biografia da artista. Entre 1956 e 2005, a dama encenou 50 espetáculos, atuou em 13 produções audiovisuais (dez em cinema, três em vídeo), gravou o disco Boca do Inferno (com versos do poeta baiano Gregório de Mattos) e fez alguns trabalhos em televisão.

“A importância de Nilda vai além do teatro, era importante para as artes de uma maneira geral. Ela é um símbolo de uma cultura. Nilda era uma atriz que tinha a capacidade de dialogar, de acolher os artistas jovens. Ela não se acomoda no teatro convencional, conservador, pelo contrário, atravessa o período da ditadura militar fazendo espetáculos que desafiam a censura. Nilda vai para underground no momento em que atua em dois filmes que são marcos cult do cinema marginal baiano: Meteorango Kid – O Herói Intergaláctico e Caveira my friend“, ressalta o autor.

Figura carismática, Nilda Spencer atuou como um verdadeiro farol das vivências culturais da Bahia no século XX. Pela famosa “casa da mangueira”, apelido dado ao endereço do Corredor da Vitória onde a família Spencer residiu nos anos 1960, passaram personalidades como a cantora Janis Joplin, o escritor Jorge Amado, os “doces bárbaros” Gil, Caetano, Gal e Bethânia, o escritor Jorge Amado e o cantor João Gilberto. “Era uma grande anfitriã, não por acaso ela era muito elogiada por Jorge Amado, citada, referenciada por ele e chegou a ser uma personagem do livro O Sumiço da Santa“, detalha Uzel.

O livro também terá um lançamento virtual no Congresso UFBA 75 Anos, entre os dias 7 e 11 de dezembro. 

Serviço:

O quê: Lançamento do livro Nilda: a dama e o tempo, do jornalista, escritor e professor Marcos Uzel

Quando: quinta-feira (dia 18), às 19h

Onde: na Igreja São Pedro dos Clérigos, no Terreiro de Jesus, Centro Histórico de Salvador

Quanto: entrada gratuita


Ficha Técnica:

Livro: Nilda: a dama e o tempo

Autor: Marcos Uzel

Editora: Edufba

Número de páginas: 287

Preço: R$48,00

Ouça a entrevista do jornalista, escritor e professor Marcos Uzel sobre o livro Nilda: a dama e o tempo no episódio #22 do podcast Destaques da Semana

Festa Literária do Ceará debate relações homoafetivas em evento on-line
Festa Literária do Ceará debate relações homoafetivas em evento on-line

Depois de discutir racismo e inclusão social nos romances publicados por autores brasileiros no último ano, é a vez da Festa Literária do Ceará (FLAC) mostrar a sensibilidade de autores que tratam de relações homoafetivas em suas obras. A mesa Arde sem se ver, com Stênio Gardel e Flavio Cafiero acontece nesta quinta-feira (dia 18), às 19h30, com transmissão gratuita pelo canal da FLAC no YouTube.

Em A palavra que resta, seu romance de estreia, o cearense Stênio Gardel conta a história de Raimundo, que, criado na zona rural, nunca pôde assumir um relacionamento com outro homem. Aos 71 anos, já morando na capital, muito tempo depois daquele namoro brutamente interrompido, ele quer aprender a ler para saber o que há numa carta escrita pelo amor da adolescência.

Ao lado de Gardel, publicado pela Companhia das Letras, estará o carioca Flavio Cafiero. Radicado em São Paulo, finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura, Cafiero já recebeu elogios por Diga que não me conhece. No romance, lançado pela editora Todavia, o personagem Tato tenta superar o fim do relacionamento com Fabiano, mas a mudança para um novo apartamento em um bairro central da capital paulista não é suficiente para se recuperar da desilusão amorosa.

Serviço:

O quê: Festa Literária do Ceará (FLAC) – Mesa Arde sem se ver, com Stênio Gardel e Flavio Cafiero

Quando: quinta-feira (dia 18), às 19h30

Onde: transmissão ao vivo pelo canal da FLAC no YouTube

Quanto: gratuito

A sexta edição da Festa Literária do Ceará promoverá ainda mais cinco mesas de escritores do Brasil, e mais cinco encontros com autores cearenses.


SEMANA 4

Terça-feira (dia 23/11)

Ceará Protagonista – Entrevista aberta com Tércia Montenegro

Quinta-feira (dia 25/11)

Mesa Animalidade moral, com Antônio Xerxenesky (Uma tristeza infinita), Noemi Jaffe (O Que Ela Sussurra) e mediação de Humberto Pinheiro


SEMANA 5

Terça-feira (dia 30/11)

Ceará Protagonista

Entrevista aberta com Marco Severo

Quinta-feira, 02.12

Mesa O fabuloso Brasil, com Marcelo Vicintin (As sobras de ontem), Angélica Freitas (Canções de atormentar) e mediação de Juliana Diniz


SEMANA 6

Terça-feira (dia 07/12)

Ceará Protagonista

Entrevista aberta com Lorena Portela

Quinta-feira (dia 09/12)

Mesa Corpo Presente com Tatiana Salem Levy e Adriana Negreiros

Prêmio Jabuti revela os cinco finalistas de cada categoria da sua 63ª edição
Prêmio Jabuti revela os cinco finalistas de cada categoria da sua 63ª edição

Foi revelada nesta terça-feira (dia 16) a lista com os cinco finalistas de cada uma das 20 categorias da 63ª edição do Prêmio Jubuti. Os vencedores serão anunciados na cerimônia de premiação, que acontece no dia 25 de novembro, às 19h, pelo YouTube da Câmara Brasileira do Livro (CBL). O editor e tradutor Marcos Marcionilo é o responsável pela curadoria da grande premiação do livro brasileiro. Ana Elisa Ribeiro, Bel Santos Mayer, Camile Mendrot e Luiz Gonzaga Godoi Trigo integraram o conselho curador, que selecionou as publicações inscritas no prêmio.

Vitor Tavares, presidente da CBL, celebra o crescimento da procura das editoras no prêmio em uma edição tão importante. “Este ano houve 3.422 inscrições, 31% a mais de obras inscritas do que em 2020. E, nesta edição, que celebra o nosso grande escritor Ignácio de Loyola Brandão, esse número prova uma perspectiva cada vez mais otimista com o futuro da nossa literatura”, afirma Vitor. “São mais de seis décadas construindo notoriedade e estamos muito contentes em saber que o prêmio mantém-se relevante para os amantes da leitura e representantes da indústria produtiva e criativa do livro”, explica.

Neste ano, o Prêmio Jabuti homenageia o escritor Ignácio de Loyola Brandão. Autor de 47 livros e membro da Academia Brasileira de Letras, a Personalidade Literária do ano também coleciona prêmios, entre eles, cinco estatuetas do Jabuti. Outra novidades da premiação é que em 2021, o eixo Livro transforma-se em Produção Editorial. Já o eixo Ensaios, agora, é Não Ficção. As categorias, porém, continuam separadas em quatro eixos temáticos: Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação.

A categoria Livro Brasileiro Publicado no Exterior – uma parceria da CBL com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – , que condecora as editoras nacional e internacional da obra vencedora, passa também por mudanças. A partir desta edição, além da famosa estatueta em forma de jabuti, a casa editorial brasileira é contemplada com uma Bolsa de Apoio à Tradução no valor de R$ 5.000,00. O montante poderá ser utilizado para traduzir um novo título do português para qualquer outro idioma. Caso a editora não seja participante do Projeto Brazilian Publishers, ela receberá a filiação completa por 12 meses. A editora estrangeira receberá a estatueta.

Confira a lista completa e em ordem alfabética com os livros finalistas da 63ª edição do Prêmio Jabuti:

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MAM Bahia é palco de performance teatral do dramaturgo Leno Sacramento - Foto: Heraldo de Deus
MAM Bahia é palco de performance teatral do dramaturgo Leno Sacramento

O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-Bahia), em Salvador, será o palco para a performance teatral Nas Encruza, do ator e dramaturgo Leno Sacramento. A apresentação gratuita do artista baiano, que integra o Bando de Teatro Olodum, será neste domingo (dia 14), às 15h30. A performance integra a programação criada pela Pinacoteca do Beiru para o Programa de Residências Artísticas do MAM. A ação ocupa a Galeria 3 do MAM-Bahia desde outubro e se prolongará até janeiro de 2022.

Nas Encruza é inspirada no espetáculo En(cruz)ilhada, monólogo de Leno que aborda problemas recorrentes na sociedade baiana e brasileira. “Com essa performance seguimos apontando mais problemas que atingem diretamente o povo preto, dessa vez o julgamento precoce e suas causas, genocídio, solidão de gêneros e morte declarada aos candomblecistas”, explica Leno.

O ator e dramaturgo fará também a leitura da publicação Para Desgraça – uma quarta para não esquecer. O livro escrito por ele, relata uma abordagem policial que Leno sofreu em 2018 na Avenida Sete de Setembro, na capital baiana, quando levou um tiro e foi parar no hospital. O título reproduz a fala do policial que o atingiu.

Leno Sacramento é ator e professor de teatro. Estreou aos 19 anos no Bando do Teatro Olodum, quando participou da peça Erê, sendo efetivado no grupo e iniciando carreira. Atuou nos espetáculos Ópera dos três mirréis (1996) e Ópera dos 3 reais (1998), baseados em A Ópera dos três vinténs (Brecht/Weill), além de Cabaré da RRRRaça e Ó paí, ó! Nascido na Liberdade, bairro carente de Salvador, Leno atuou nos filmes Cidade Baixa, Jardim das Folhas Sagradas, Besouro e Ó paí, ó! Participou da versão televisiva de Ó paí, ó, série da Rede Globo.

Ações da Pinacoteca do Beiru no MAM Bahia

Além de performances, como a de Leno, a Pinacoteca do Beiru promove na Galeria 3 a visitação gratuita ao ateliê montado pelo artista Anderson AC – criador da Pinacoteca – onde ele estará trabalhando, leituras públicas, aulas, oficinas, incluindo até uma apresentação de música jamaicana e DUB, além de rodas de conversa envolvendo música da diáspora. Nos próximos dias 21 de novembro, 5 e 19 de dezembro, continuam as Oficinas de Arte para Crianças – também gratuitas – em duas turmas: das 15h às 16h e das 16h às 17h. Para todas as atividades é obrigatório o uso de máscaras faciais.

Serviço:

O quê: performance teatral Nas Encruza, com o ator e dramaturgo Leno Sacramento

Onde: MAM-Bahia (Av. Contorno, s/nº, Solar do Unhão, Salvador-BA)

Quando: domingo (dia 14), às 15h30

Quanto: ingresso gratuito

Tradição nordestina, o Repente é reconhecido como patrimônio cultural do Brasil - Foto: Valter Campanato / Agência Brasil
Tradição nordestina, o Repente é reconhecido como patrimônio cultural do Brasil

Referência para a identidade e tradição nordestina, o Repente foi reconhecido como patrimônio cultural do Brasil pelo Iphan – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, nesta sexta-feira (dia 11), por unanimidade. O repente é conhecido também como cantoria e tem como fundamentos verso, rima e oração. Os repentistas ou cantadores se espalham pelas capitais e interior dos estados do Nordeste brasileiro e também nas regiões para onde ocorreram migrações de nordestinos.

A votação foi feita pelos 22 membros do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, órgão vinculado ao Iphan. “O Nordeste está em todo o Brasil. Existe influência nordestina em todos os lugares. É um bem cultural do qual já se tem notícia no século 19. Isso é muito caracterizador da cultura nordestina. É um negócio muito bonito mesmo”, declarou Tassos Lycurgo, diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial (DPI) do Iphan.

O pedido de registro do repente como patrimônio cultural foi formalizado em 2013 durante a gestão do repentista Chico de Assis à frente da Associação dos Cantadores Repentistas e Escritores Populares do DF e Entorno (Acrepo). “A gente vem nessa luta há muito tempo”, relembrou Assis. O dossiê de registro elaborado documenta mais de 50 modalidades de repente, nas quais estão incluídos os versos heptassílabos, cuja acentuação tônica obrigatória está na sétima sílaba; e versos decassílabos, em que o acento obrigatório está na terceira, sexta e décima sílabas de cada verso.

Com o reconhecimento pelo conselho consultivo, o repente foi inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão, onde também estão catalogados bens como a roda de capoeira, o maracatu nação (PE), o carimbó (PA) e a literatura de cordel. A partir de então, o repente passa a ser alvo de políticas públicas para a salvaguarda da manifestação, que devem incidir ainda sobre um universo de bens associados que inclui a embolada, o aboio, a glosa e a poesia de bancada e declamação.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

Banda Afrocidade faz show de inauguração da Casa do Hip-Hop Bahia
Show da banda Afrocidade na inauguração da Casa do Hip-Hop Bahia é adiado

O show que a banda Afrocidade faria para marcar a inauguração da Casa do Hip-Hop Bahia, no Centro Histórico de Salvador, foi adiado. A abertura do espaço, que fica no Largo Quincas Berro D’Água, no Pelourinho, está mantida nesta sexta-feira, 12 de novembro, Dia Mundial do Hip-Hop. O evento começa às 15h, com discotecagem do DJ Leandro Vitrola e as participações do grupo Nova Era, Família Tríplice, Udi Santos, e apresentação de roda de breakdancing com Unidade All Star Crew (dança de rua) e pintura de painéis de graffiti ao vivo. O evento para convidados requer apresentação do comprovante de vacinação contra a Covid-19.

A Casa do Hip-Hop Bahia será um polo de formação e produção cultural. Vai funcionar como um espaço de referência sociocultural e articulação estratégica da cultura hip-hop e da juventude negra. O espaço irá estimular o empreendedorismo, a pesquisa, aperfeiçoamento de técnicas e metodologias no trabalho coletivo.

A estrutura conta com um estúdio de multimídia, sala multiuso para palestras, cursos, oficinas, projeção de vídeos e reuniões, espaço de coworking com exposição de livros, uma loja colaborativa e um memorial da cultura hip hop baiana, além de área externa para eventos de pequeno porte. O uso do imóvel é uma concessão pública pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia – IPAC. O espaço será coordenado e administrado pela CMA HIP HOP – Comunicação, Militância e Atitude Hip-Hop.

De acordo com a assessoria de imprensa da Casa do Hip-Hop Bahia apresentação da banda Afrocidade será realizada numa nova data a ser divulgada.

Serviço:

O quê: Inauguração da Casa do Hip-Hop Bahia com Nova Era, Família Tríplice, Udi Santos, discotecagem com DJ Leandro Vitrola, roda de breakdancing com Unidade All Star Crew e Graffiti ao vivo

Quando: sexta-feira (dia 12), às 15h

Onde: Largo Quincas Berro D’Água, Pelourinho, Centro Histórico de Salvador

Quanto: apenas para convidados